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Guebuza inaugura amanhã, entre Caia e Chimuara no Rio Zambeze, ponte com o seu próprio nome

Amanhã entre Caia e Chimuara no Rio Zambeze 
 
Guebuza inaugura ponte com o seu próprio nome 
 
* Entretanto, prossegue a controvérsia da escolha do nome do actual presidente da República
 
 
Pelo menos uma centena de cidadãos moçambicanos subscreveu uma carta que circula na Internet a repudiar a atribuição do nome do que também é presidente da Frelimo, àquele empreendimento. “Somos pelo não endeusamento e pelo não culto de personalidades exercendo cargos públicos. Gostaríamos que V.Excia entrasse na história não como Salazar, Mussolini, Hitler e outros, que deixaram seus nomes estampados em obras de envergadura, mas que depois da sua morte tais empreendimentos mudaram de nomes”. – Excerto da Carta Aberta dirigida ao PR 

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Carta a um caro e estimado amigo e camarada sobre a segunda Travessia do Rio Zambeze (Canal de correspondência: por Carlos Nuno)

Canal de correspondência: por Carlos Nuno
 
Carta a um caro e estimado amigo e camarada sobre a segunda Travessia do Rio Zambeze
 
 
Maputo (Canalmoz) - Levantou-se um debate polémico em torno do nome da ponte sobre o Zambeze. Nem outra coisa seria de esperar, dados quatro factores: (i) o nome escolhido (o do Presidente da República, Armando Emílio Guebuza, controverso pelos seus métodos de governação e ligações activas com o mundo de negócios); (ii) o contexto político em que o nome foi escolhido (fim de mandato de uma governação absolutista, com um ambiente de crescente lambe-botismo e carreirismo e crescente culto de personalidade, conjugados com o ciclo eleitoral em que nos encontramos); (iii) a forma como a escolha foi feita (a única, ou uma das raríssimas sessões do Conselho de Ministros não presididas pelo PR neste mandato, em que foram rejeitadas opções claramente mais neutras e unificadoras sem qualquer justificação aceitável; seguida da declaração de irreversibilidade da escolha, a qual, por si só, é um reconhecimento de que existe um problema com a escolha); e (iv) o significado e o simbolismo histórico da travessia do Zambeze (esforço colectivo de gerações de Moçambicanos combatentes libertadores, simbolizando que enquanto o colonialismo tudo fez para impedir a travessia do Zambeze, os Moçambicanos livres e combatentes tudo fizeram para promover a justa e livre travessia desse majestoso Rio).

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É preciso que os jovens saibam… No tempo colonial o serviço militar era obrigatório (Lina Magaia)

É preciso que os jovens saibam…

No tempo colonial o serviço militar era obrigatório. Jovens moçambicanos, para terem experiências diferentes, prestavam o serviço militar com requerimentos diversos para irem a Portugal especializar-se, sobretudo na Força Aérea.

Uns eram paraquedistas, outros mecânicos de aviões, outros aviadores, outros ainda municiadores de bombardeiros.
 
O jovem Simião Mazuze tirou a especialidade de municiador em aviões bombardeiros. Municiadores quer dizer meter no sítio próprio as bombas que irão bombardear os alvos escolhidos e fazê-lo com eficiência para que a Força aérea seja vitoriosa na sua missão de destruir de cima os alvos aqui em baixo…

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Cabo Delgado: O Massacre de Mueda (16 de Junho de 1960)

Cabo Delgado: O Massacre de Mueda

Historia local

O governador tentou, em vão, convencer o povo a abandonar a ideia da independência, referindo-se á “nobreza da missão civilizadora dos portugueses” e prometendo a melhoria da situação, mas a população insistia na independência. E a população juntou-se à volta do carro do governador, que não pôde arrancar. Foi então que da boca do governador saiu a ordem fatídica: Fogo. Eram cerca das cinco horas da tarde e o pelotão da soldadesca colonial, até então oculto dos olhos da população, surgiu e abriu fogo com granadas e metralhadoras.

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Guiné-Bissau: Malam Bacai Sanhá vence eleições presidenciais

Guiné-Bissau: Bacai Sanhá vence eleições presidenciais

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Maputo: A teia que o peixe faz na “Costa do Sol” (Anabela Massingue)

A TEIA QUE O PEIXE FAZ NA “COSTA DO SOL”

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Enquanto reclusos morrem asfixiados nos calabouços, Governo moçambicano não construiu cadeias em todo o quinquénio

Enquanto reclusos morrem asfixiados nos calabouços 
 
Governo não construiu cadeias em todo o quinquénio
 
 
Ao longo do mandato, gastou-se mais de 769.381.162.00MT na construção de residências de magistrados e procuradorias provinciais e distritais 
 
Maputo (Canalmoz) - O actual executivo de Moçambique, chefiado por Armando Guebuza, não construiu infra-estruturas prisionais durante todo o quinquénio prestes a findar. Vasculhámos todos os registos das realizações do executivo durante o quinquénio, e tudo quanto encontrámos são dados referentes à reabilitação e ampliação de algumas penitenciárias, o que, segundo documentos oficiais do Governo, terá permitido a “expansão da capacidade instalada para mais de 1.500 reclusos”.
O Balanço do Meio-Termo do Programa Quinquenal do Governo, referente ao mandato 2005-2009, enumera, na página 174, o que foi feito em termos de infra-estruturas e equipamento nos estabelecimentos prisionais, durante o quinquénio.
Foram “reabilitadas as Penitenciárias Agrícolas de Mabalane, Penitenciária de Manica, Penitenciária Industrial de Nampula e Centro Prisional de Matutuíne”, consta do documento citado, e mais nada!

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Moçambique: Erosão ameaça engolir Nacala-Porto

Erosão ameaça engolir Nacala

Há problemas sérios de degradação ambiental, com destaque para a erosão, na cidade de Nacala-Porto, uma situação causada, sobretudo, por alguns moradores que continuam a abrir machambas, fazer casas, lojas, armazéns e outras infra-estruturas, além de retirarem areia para a construção de habitações nas zonas protegidas daquela cidade. Embora as autoridades municipais estejam a fazer algum trabalho, visando a minimização do problema, Nacala-Porto é uma das zonas mais atingidas pelo fenómeno no país.  

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Combatentes da Fortuna (Azagaia)

Canal de Música: por Azagaia 
 
Combatentes da Fortuna 

Maputo (Canalmoz) – O jovem rapper moçambicano, Edson da Luz, de seu nome artístico Azagaia, continua a surpreender com a temática das suas músicas. Um crítico confesso do regime no poder em Moçambique, Azagaia já foi alvo de censura dos órgãos públicos de comunicação social. As suas músicas não tocam nas estações públicas, quer televisiva, como radiofónicas. No extremo da censura, foi chamado para depor em autos de perguntas e respostas na Procuradoria Geral da República, alegadamente por ter interpretado uma música que incitava à violência. Mas o jovem não pára. Agora trás um novo tema, cujo título é “Combatentes da Fortuna”. Pela sua originalidade, reproduzimo-lo aqui.

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MP3 - Angola, 1975. “Avante o Poder Popular”, por Calabeto

Angola, 1975. “Avante o Poder Popular”, por Calabeto

Pode efectuar aqui o DOWNLOAD do ficheiro em mp3

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