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Um enredo à John Le Carré nas negociatas com Angola

Um enredo à Le Carré

Em 1994, o Estado angolano mobiliza 150 milhões de dólares (€ 104 milhões) para comprar 49% do Banif. 0 banco é presidido pelo fundador, Horácio Roque, casado com Fátima Roque, professora universitária que durante vários anos foi uma destacada dirigente da UNITA. Este movimento político combateu durante 30 anos o MPLA através de uma sangrenta guerra civil.

Luanda suspeita de que o banco é utilizado para financiar a UNITA. A aquisição de 49% permitir-lhe-ia secar essa fonte de financiamento do inimigo. Contudo, como não queria dar a cara, Angola encarrega três intermediários portugueses de a executar: os advogados Francisco Cruz Martins e Eduardo Capelo de Morais e o tenente-coronel António Figueiredo, presidente do grupo ETE (Empresa de Tráfego e Estiva).

O objectivo é concretizado através de diversas sociedades instaladas em paraísos fiscais e grande parte da compra de acções é feita fora de bolsa, o que permite concluir que foram outros accionistas que venderam. E assim, entre 1994 e 2000 os três intermediários integram os orgãos sociais do Banif, devido ao volume de acções que detêm.

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‘Criação do AFRICOM é uma importante iniciativa’ - a opinião do comentador sul-africano irmão de Thabo Mbeki

Pretoria (Canalmoz) - Num discurso proferido a semana passada na sede do Comando Africano (AFRICOM) dos Estados Unidos em Estugarda, o comentador sul-africano, Moeletsi Mbeki, disse que “não obstante ser indesejável dar ênfase à opção militar como forma de se lidar com os desafios enfrentados pelo continente africano, não se devia excluir o uso da força como forma de se resolverem os problemas de África”. Por essa razão, acrescentou, “a criação do Comando Africano pelo governo dos Estados Unidos foi uma importante iniciativa”.
Moeletsi Mbeki, que é irmão do antigo chefe de Estado sul-africano, Thabo Mbeki, salientou que “o AFRICOM não deveria simplesmente limitar-se a trabalhar apenas com governos africanos, mas também a envolver-se com entidades não estatais como forma de ajudar na reconstrução das sociedades”, premissa que considerou ser “de pré-condição para se alcançar a segurança em África”.
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DIGITAIS - NELSON MANDELA VISTO POR CLINT EASTWOOD

DIGITAIS - NELSON MANDELA VISTO POR CLINT EASTWOOD

@XicoNhoca

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DIGITAIS - AS NOVE FIGURAS QUE MUDARAM A HISTÓRIA DE PORTUGAL

DIGITAIS - AS NOVE FIGURAS QUE MUDARAM A HISTÓRIA DE PORTUGAL

@XicoNhoca

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DIGITAIS - IMAGENS DA CIDADE DE S. PAULO DE LUANDA

DIGITAIS - IMAGENS DA CIDADE DE S. PAULO DE LUANDA

CASTRO SOROMENHO

CADERNO COLONIAL Nº 55

@XicoNhoca

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DIGITAIS - BAÍA DOS TIGRES (GASTÃO SOUSA DIAS)

DIGITAIS - BAÍA DOS TIGRES (GASTÃO SOUSA DIAS)

CADERNO COLONIAL Nº 53

@XicoNhoca

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DIGITAIS - CALDAS XAVIER (EDUARDO DE NORONHA)

DIGITAIS - CALDAS XAVIER (EDUARDO DE NORONHA)

CADERNO COLONIAL Nº 51

@XicoNhoca

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DIGITAIS - MOZAMBIQUE FROM COLONIALISM TO REVOLUTION, 1900-1982

DIGITAIS - MOZAMBIQUE FROM COLONIALISM TO REVOLUTION, 1900-1982

ALLEN ISAACMAN AND BARBARA ISAACMAN (1983)

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DIGITAIS - CABORA BASSA (1975)

DIGITAIS - CABORA BASSA (1975)

KEITH MIDDLEMAS, 1975

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DIGITAIS - COZINHA PRÁTICA DE SUCESSO (AGOSTO 2005)

DIGITAIS - COZINHA PRÁTICA DE SUCESSO (AGOSTO 2005)

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