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“Deixei-te o sorriso em casa” - novo livro do jornalista António Santos

Autor: António Santos. Editor: Oficina do Livro. Ano de Edição: 2010. ISBN: 9789895555048. Nas livrarias a partir de 10 de Março, lançamento em Lisboa e Porto a partir de meados do mês.

Sinopse: “Para onde quer que tenhas ido, onde quer que estejas, estarás sempre comigo para além do tempo”. Uma herança levou Nuno à profissão de livreiro, o coração levou-o a Isabel. Naquela vila templária ninguém duvidava de que Nuno e Isabel, os namorados que coleccionavam sorrisos, acabariam um dia por casar. Um encontro acidental põe à prova um amor que parecia imune à tentação. E as coisas complicam-se quando entram em cena um feiticeiro que perdeu o sorriso e não desiste de o encontrar, um tio desaparecido durante as cerimónias religiosas em Fátima, ou os participantes de uma não menos estranha tertúlia na misteriosa sala de um restaurante madrileno. Entre a calmaria da Beira Baixa e a agitação de Madrid, dos mosteiros ortodoxos da Grécia ao enigmático deserto marroquino - com a poesia de Eduardo Guerra Carneiro como fundo - há paixões que nascem e morrem, promessas que não se cumprem. Porque todos podemos ser tentados um dia e deitar tudo a perder. O sorriso e o próprio coração.

António Santos trabalhou na televisão - programa Jornalinho e como jornalista - e na rádio, foi consultor da administração da RTP e assessor de imprensa e coordenador de comunicação do Primeiro-Ministro nos XIII e XIV governos constitucionais. Exerceu «actividade docente pontual» em instituições como a Universidade Nova de Lisboa, o Cenjor-Formação para jornalistas e Instituto Nacional da Administração. Antes publicou «O pescador de girassóis», e dois conjuntos de pequenos contos, «Os sapos vivos estão pela hora da morte» e «As noites longas do FM Estéreo» as crónicas do programa homónimo da Rádio Comercial dos anos ‘80 feito em conjunto com João Viegas.

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XicoNhoca - novas funcionalidades: Forum e e-mail

Moçambique e Portugal. Ambiguidades, equívocos, mistérios e ‘estórias’ numa História comum.

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Agora, no XicoNhoca, um local de discussão de temas polémicos e não só.

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Malawianos retiram marcos da fronteira com Moçambique. Alto-comissário no Malawi denuncia invasão do território nacional

Tete (Canalmoz) – O alto-comissário de Moçambique no Malawi, Pedro Davane, denuncia a invasão do território nacional por parte de cidadãos malawianos, que gradualmente estão a penetrar no nosso país, chegando mesmo a “retirar os marcos que limitam a fronteira entre os dois países”. De acordo com o representante diplomático de Moçambique no Malawi, a acção dos malawianos “é propositada e perigosa”, podendo resultar em “incidentes diplomáticos entre os dois países, como foi o caso de Ngauma”.
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Cidadela da Matola no ex-parque de antenas da RM

Principal investidor do projecto de imobiliária é o governo sul-africano

Pretoria (Canalmoz) - A Public Investment Corporation (PIC), que segundo tem vindo a ser noticiado, planeia investir 200 milhões de dólares num projecto de imobiliária de grandes dimensões na Matola, na vasta área das antenas da Rádio Moçambique, é um fundo pertencente na sua totalidade ao governo da África do Sul. O governo de Pretória está representado na PIC por um accionista que é o ministro das finanças.
Entre os clientes da PIC contam-se entidades do sector público, nomeadamente fundos de reforma e fundos de segurança social. A PIC tem como função investir fundos em nome do seus clientes consoante o mandato que lhe é conferido por cada cliente, e a aprovação da Junta de Serviços Financeiros (FSB) da África do Sul. No final de Março de 2009, a PIC administrava um activo avaliado em 739,7 mil milhões de randes.
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Centenário de Machado de Assis : uma percepção moçambicana. Por João Craveirinha

João CRAVEIRINHA (JC / Kraveirinya na pintura). Nasceu na ilha de Moçambique (África oriental) em 1947. É escritor e pintor. Prossegue estudos universitários em Portugal na área das Ciências da Cultura, variante: Sociedade, Cultura e Comunicação. Publicou 4 livros. No prelo mais 4 livros aguardando editor. Foi animador cultural, conferencista e realizador de rádio e televisãoCentenário de Machado de Assis : uma percepção moçambicana. AUTOR:  João CRAVEIRINHA

RECORDAÇÕES DE INFÂNCIA NUMA COLÓNIA PORTUGUESA EM ÁFRICA

O Prof. Adelto Gonçalves, doutor em Letras pela Universidade de São Paulo (USP), pediu-me algumas linhas sobre o ilustre MACHADO DE ASSIS (1839-1908). É gratificante, porque através de ASSIS faço um rewind às memórias do “antigamente”.

De facto conheço algo de MACHADO DE ASSIS…sim senhor…de ouvir em casa desde infante pela geração de meu pai João (1920-1997) e de meu tio, o poeta José (1922-2003). Tinham alguns livros dele: Quincas Borba; Esaú e Jacó (com a problemática da escravatura). Mas Iaiá Garcia, Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), eram os títulos favoritos de meu pai João sénior, um especialista em língua e literatura portuguesas e admirador da literatura brasileira. Mesmo com as restrições de certa literatura do Brasil lá chegavam à colónia de Moçambique autores brasileiros e traduções. Algumas vezes, certos livros do Brasil, eram retirados das livrarias. Os autores brasileiros não eram vistos com bons olhos pela polícia política de Salazar. Exceptuando a revista “O Cruzeiro” de Assis Chateaubriand, 1892-1968 (amigo do ditador português, Oliveira Salazar, 1889-1970)

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Não admira que num país assim… (Clara Ferreira Alves)

Canal de Opinião: por Clara Ferreira Alves, in “Expresso” 
 
Não admira que num país assim… 
 
Lisboa (Canalmoz) - Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram (Olá! camarada Sócrates…Olá! Armando Vara…), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a “prostituir-se” (Olá! Batista Bastos… ainda és comunista?!) na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.

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Saiba porque é que Mário Soares ‘ofereceu’ Moçambique à Frelimo - CONFIDENCIAL

Vasco Rato e Paulo Pinto Mascarenhas  / In Jornal “O Independente” 24 Outubro 1997

AO LONGO das próximas semanas, O Independente irá publicar vários documentos inéditos dos arquivos secretos dos Estados Unidos, da República Democrática Alemã e da União Soviética, sobre os acontecimentos que marcaram a África Austral durante a década de 70. Todos estes papéis foram agora finalmente desclassificados, encontrando-se ao dispor dos investigadores nos National Security Archives, em Washington. Neles se revelam alguns dos aspectos mais dramáticos da história da descolonização portuguesa e das guerras civis que se seguiram nas antigas colónias. Demonstram sobretudo algumas das atitudes assumidas pelos principais protagonistas políticos que, na altura, conduziam a política externa dos seus países.
 

21 de Agosto de 1974

Documento do departamento de Estado norte-americano sobre a descolonização de Moçambique, classificado como “secreto” . Nele se dá conta da opinião de Mário Soares, favorável à entrega imediata da colónia à Frelimo. Sem dar qualquer relevância à possível falta de representatividade do movimento marxista moçambicano.

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MARINHO PINTO: A JUSTIÇA NACIONAL TINHA MUITO MAIS QUALIDADE ANTES DO 25 DE ABRIL

DIGITAIS - MARINHO PINTO: A JUSTIÇA NACIONAL TINHA MUITO MAIS QUALIDADE ANTES DO 25 DE ABRIL

@XicoNhoca

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DIGITAIS - PORTUGAL: CONHEÇA O PATRIMÓNIO DOS MINISTROS SOCIALISTAS

DIGITAIS - PORTUGAL: CONHEÇA O PATRIMÓNIO DOS MINISTROS SOCIALISTAS

@XicoNhoca

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Digitais - Cidade do Cabo: O coração da África mais vibrante e sofisticada

DIGITAIS - CIDADE DO CABO: O CORAÇÃO DA ÁFRICA MAIS VIBRANTE E SOFISTICADA

@XicoNhoca

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