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Sérgio Vieira prendeu Joaquim Chissano quando Samora Machel governava

Biografia de José Chicuarra Massinga na Internet 
 
Sérgio Vieira prendeu Joaquim Chissano quando Samora Machel governava 
 
Como consequência das maquinações de Vieira, Chissano foi levado para a Ilha da Xefina tendo aí sido interrogado por Lagos Lidimo, refere o autor da biografia de Massinga. Na cadeia de máxima de segurança, vulgo BO (Brigada de Operações), na Machava, reduto do SNASP (Serviço Nacional de Segurança Popular), Massinga foi “torturado, chamboqueado e electrocutado” por Sérgio Vieira, afirma também o autor da obra publicada na internet, Solomon Mondlane, moçambicano nascido em Chinonanquila, Província de Maputo 
 
Maputo (Canalmoz) - Encontra-se disponível na Internet um livro sobre a vida e obra do Dr. José Chicuarra Massinga, ex-funcionário do Ministério dos Negócios Estrangeiros que chegou a estar preso durante a era da ditadura em Moçambique. O livro é da autoria de Solomon Mondlane, moçambicano nascido em Chinonanquila, Província de Maputo.
O autor conta a vida de Massinga desde a sua infância na aldeia de Guma, Inhambane, como estudante nos Estados Unidos e na Europa, e, depois da independência, como quadro superior do ministério dos Negócios Estrangeiros tutelado então por Joaquim Chissano.

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Alcora: O acordo secreto do colonialismo português com o apartheid

A aliança de Marcelo Caetano com os racistas sul-africanos e rodesianos para impedir as independências de Angola e Moçambique.
por Nicole Guardiola, revista África 21
No inicio de 1974, Portugal estava à beira de perder o controlo da guerra em Angola e Moçambique e preparava-se para transferir para a África do Sul a capacidade de dirigir e orientar o uso das forças militares para «erradicar o terrorismo da África Austral».
É o que se depreende da análise dos documentos oficiais recentemente descobertos e relativos a uma aliança secreta estabelecida em 1970 entre os Governos de Portugal, África do Sul e Rodésia. Aliança que ficou escondida de todos ou quase todos os que participaram na guerra, mas que projecta uma luz diferente – e assustadora – sobre os acontecimentos que antecederam a Revolução portuguesa de Abril de 1974, as independências de Moçambique e Angola, e sobre os conflitos que dilaceraram estes dois países até à queda do regime racista sul-africano.

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DIGITAIS - MOZAMBIQUE: DREAM THE SIZE OF FREEDOM

DIGITAIS - MOZAMBIQUE: DREAM THE SIZE OF FREEDOM

GEORGE HOUSER & HERB SHORE (1975)

@XicoNhoca

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PROGRAMA DO ENCONTRO NACIONAL DE COMBATENTES - 10 DE JUNHO DE 2010

Para informação de todos os que quiserem estar presentes no Encontro Nacional de Combatentes, segue abaixo o Programa das Cerimónias, divulgado pela respectiva Comissão Executiva, da qual é Presidente o Exmo. Senhor Almirante Francisco Vidal Abreu.

PROGRAMA DO ENCONTRO NACIONAL DE COMBATENTES - 10 DE JUNHO DE 2010

IGREJA DOS JERÓNIMOS - Mosteiro dos Jerónimos (Belém, Lisboa)
10h15: Missa por intenção de Portugal e de sufrágio pelos que tombaram pela Pátria

MONUMENTO AOS COMBATENTES DO ULTRAMAR - Forte do Bom Sucesso (Belém, Lisboa)11h30: Concentração junto ao Monumento
12h00: Abertura: Homenagem aos Combatentes
12h04: Palavras de exaltação ao herói Cte. Oliveira e Carmo proferidas pela sua viúva Sra. Dona Maria do Carmo Oliveira e Carmo
12h20: Homenagem aos mortos e deposição de flores
12h40: Hino Nacional (salvas por navio da Marinha Portuguesa)
12h45: Sobrevoo por aeronaves da Força Aérea Portuguesa
12h50: Passagem final pelas lápides
13h10: Salto de Pára-quedistas
13h25: Almoço-convívio (pode ser adquirido no local).

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‘COMISSÃO NACIONALISTA’ TAMBÉM COMEMORA

Ver CARTAZ 

Os vivos que vão estar presentes a 10 de Junho em Belém
querem, antes de mais, merecer os mortos e ser dignos da História de Portugal.
É uma Honra suprema poder estar de pé, entre as ruínas,  ver passar os espectros,
as sombras, e permanecer íntegro e impassível perante o «Toque de Silêncio».
 
Pode ter sido ocupado o Estado, pode a Nação sentir a sua Vontade
destruída ou e desviada, pode «este» Portugal estar à beira do Fim.
Podemos ter aceite discutir tudo, podemos ter cedido em quase tudo,
mas não na Memória.

Os Mortos, esses não se discutem. Honram-se. Tombaram
por uma causa que para nós não foi, é Nobre e Grande. E, nos dias
que correm, podemos mesmo sentir inveja dos Mortos, tal é a Dor
que por vezes nos sufoca neste tempo de cães.
Eles não sabem que um outro Portugal há-de nascer depois «deste»
ter acabado de vez - que para surgir Um tem que desaparecer o Outro!
As favas foram sempre mal contadas por «eles», que não sabem da fantástica
Quimera que gera novas Possibilidades e é ela quem move os Homens,
que não sabiam nem sabem  de onde vem a Vida, nem como nasce a fórmula
do Sangue e do Espírito. Eles não sabem Nada!
Façamos então uma Homenagem aos nossos irmãos que aceitaram
a simplicidade de dar tudo para que Portugal vivesse. Eles não estão longe,
vêem-nos, ouvem-nos  e hão-de combater ao nosso lado
na última batalha pelo Futuro.
 
VL

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Moçambique: Monumentos abandonados em Angoche

Monumentos abandonados em Angoche

Os lugares e monumentos históricos e culturais constituem um momento de atracção de turistas nacionais e estrangeiros e uma fonte de arrecadação de receitas, mas em Angoche, província de Nampula, o panorama é inverso, uma vez que as autoridades governamentais locais alegarem escassez de fundos no seu orçamento para investir em acções de manutenção e conservação. Deste modo, assistem, impávidos e serenos, ao desmoronamento daquele património.

Angoche é detentor de preciosidades únicas naquela zona e que não se encontram em nenhum outro ponto do país.

Por exemplo, Angoche tem o famoso pilão mágico, esculpido de uma árvore cuja espécie está localizada na Ilha de Catamoio que muda constantemente de posição acompanhando o movimento giratório do sol.

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Vila de Ribáuè em Nampula festeja 40 anos de elevação a vila

Nos festejos dos 40 anos de elevação a vila: Jovens querem indústrias para gerar emprego em Ribáuè

A Vila de Ribáuè, província de Nampula, festejou esta semana o quadragésimo aniversário de elevação  àquela categoria  e, por coincidência,  o segundo ano da sua autarcização, num momento em que os jovens, que são a maioria entre a sua população estimada em cerca de 26 mil munícipes, aproveitaram para apelar à edilidade no sentido de atrair investimentos para o reforço do parque industrial, com vista a transformação das riquezas agrícolas e minerais, uma alternativa para a redução dos altos índices de desemprego que actualmente se registam.

Apelaram, igualmente, à edilidade para promover as potencialidades existentes para o exercício do turismo cinegético, bem como para a intensificação das actividades de piscicultura, aproveitando os recursos hídricos que a vila dispõe de forma abundante, garantindo deste modo oportunidades de emprego aos munícipes.

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«Aerograma» de Afonso Loureiro será publicado ainda este ano

“Não tenho a mínima dúvia em afirmar que se tratará de um marco relevante e incontornável da literatura angolana”, afirma Orlando Castro

«Aerograma», o livro sobre a vida de um expatriado em Angola, será lançado este ano. O autor, Afonso Loureiro, é engenheiro geógrafo e viveu e trabalhou em Angola, país cuja vivência foi partilhando, tentando perceber e explicar como são os angolanos e as suas tradições aos olhos dos estrangeiros. O título do livro é uma palavra envolta em cores e memórias africanas e remete de imediato para o sentimento de separação e partida para uma terra desconhecida e distante, ao mesmo tempo que simboliza uma união com os que ficaram em casa, como o foi para os milhares de militares mobilizados para a guerra ultramarina de há quatro décadas.

Ao longo de dois anos escreveu artigos diários no blogue Aerograma, que agora são usados como matéria-prima para um livro onde traça o seu percurso em Angola, descrevendo o país e as suas gentes ou revisitando memórias de quem lá viveu antes. O choque cultural sofrido em Luanda, cidade difícil, ainda a sofrer as consequências sociais da guerra civil, com corrupção generalizada e uma verdadeira lei da selva a reger os comportamentos dos seus habitantes é uma parte substancial da obra.

Embondeiros e candongueiros, mais-velhos e marcas de outros tempos, lado-a-lado com a tentativa de compreender Angola como país enchem as páginas com factos, histórias e lendas, criando uma imagem do que é a vida na Angola actual.

Mais do que uma descrição, é uma tentativa de perceber o que há em África e, em especial Angola, que enche as memórias de milhares de portugueses de forma tão marcante.

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Porque falar do Aquino de Bragança (AB)? por Jacques Depelchin

in pambazuka.org

2008-04-19, Edição 1

Neste primeiro número do Pambazuka News em língua portuguesa, Jacques Depelchin fala-nos de um intelectual orgânico como Aquino de Bragança,num ensaio biográfico e apaixonante.

Num contexto em que a globalização deixa cada vez menos espaço para pensar fora dos paradigmas ditados pelo sistema, é crucial lembrar uma personalidade que conseguiu fazer da sua vida um exemplo de fidelidade à politica emancipativa, sem cair, como gostava repetir, no Marxismo de cartilhas.

Não era o único, houve outros, como por exemplo, Mário Pinto de Andrade, que se lançaram no projecto de libertação da África colonizada por Portugal, decididos à não cair na armadilha (quer dizer submissão) às regras dos partidos comunistas das metrópoles dos colonizadores.

A grande paixão politica e intelectual do AB era de sempre procurar respostas singulares aos desafios não só do momento, mas também do futuro. Queria fazer do CEA não só uma instituição dedicada à resolver os problemas imediatos de Moçambique, como, por exemplo, a falta de quadros, mas também procurar aliados em zonas, países que pudessem apoiar num processo de emancipação que ele considerava crucial para África Austral, mas também do mundo inteiro. Partilhava a ideia (que se podia ler num cartaz daquela época) que o Apartheid era crime contra a humanidade.

Com Nehru. Aquino é o 2º a contar da direita

Para ele o projecto emancipativo necessitava romper com hábitos de pensar que a humanidade era só aquela que vinha directamente do iluminismo ou de qualquer outra ideologia que tratava os Africanos e dentro deles, sobretudo os mais pobres, camponeses, operários, crianças, mulheres. BREF, como costumava dizer, a obrigação/fidelidade era de ser solidário com os discriminados/danados da Terra. O projecto emancipativo, pertencia ao mundo inteiro e tinha que ser entendido como tendo a sua origem nos primórdios da humanidade; não podia ser mantido refém de qualquer modo de teorização ou de conivência politica e/ou ideologica. Neste sentido, ele pertencia aos que pensavam que o comunismo não pertencia ao modelo que surgiu nos últimos séculos, mas sim aos que sempre viveram, sem equívocos, com base nos princípios de solidariedade. Numa altura em que a cooperação Sul-Sul não se tinha tornada moda, ele convidou um estudante Brasileiro (1981-84) para vir pesquisar (para doutoramento) sobre a historia de Moçambique. Um dos frutos desta visão saiu em 2007 com a publicação do livro de Valdemir Zamparoni: De Escravo a Cozinheiro: Colonialismo e racismo em Moçambique (EDUFBA/CEAO, Salvador, Brasil). Seremos capazes de continuar nos seus traços fora das cartilhas de historia? Descartilhando a historia da África para que seja fiel a historia da humanidade?

Sou anti-anti-comunista

Assim se definia politicamente Aquino de Bragança. Ele nasceu em Goa onde, aos 15 anos de idade, tornou-se membro dum dos múltiplos partidos comunistas. Em 1948 seguiu para Moçambique, enquanto o seu amigo Pio Pinto parou em Mombasa. Em 1949 vai para França, onde encontrara Marcellino dos Santos, futuro grande amigo.

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Canal de Opinião, por Luís Benjamim Serapião(*): “Participei, por isso Testemunho”

Sérgio Vieira: Autor de Livro Sem Valor Académico e Moral 
 
Washington (Canalmoz) - Acabo de ler o capítulo seis, “ A União Nacional dos Estudantes Moçambicanos (UNEMO) e a luta patriótica”, do livro Participei, por isso Testemunho de autoria de Sérgio Vieira. Pelo título, o autor quer convencer os leitores de que o que vai dizer é verdade, e que não necessita de outras fontes literárias para corroborar a veracidade das suas afirmações: ele é a fonte primária, podendo os leitores estar seguros. Porém, quando se lê o capítulo seis, não restam dúvidas de que Sérgio Vieira é academicamente muito superficial e com moral muito lamentável. Por falta de tempo e espaço, vou reduzir o sumário desse capítulo aos seguintes comentários.

1 – Sérgio Vieira pretende passar por “fonte primária” do incidente que houve entre D. Custódio Alvim Pereira e os seminaristas da Namaacha.

Diz ele que a maioria dos estudantes moçambicanos (principalmente da década de sessenta) que emigrou para os Estados Unidos era constituída por ex-seminaristas “expulsos do seminário da Namaacha por D. Custódio Alvim Pereira”. (p. 171) Infelizmente, Sérgio Vieira nunca foi fonte primária deste incidente. O pior é que a sua ignorância quanto às regras por que se regia o seminário interdiocesano da Namaacha levou-o a concluir que D. Custódio Alvim Pereira foi quem expulsou os seminaristas. Ora, conforme as regras acima mencionadas, D. Custódio Alvim Pereira não tinha jurisdição para expulsar nenhum seminarista que não fosse da sua diocese. Por isso, D. Sebastião Soares de Resende, Bispo da Beira, que tinha seminaristas seus a estudar na Namaacha, deslocou-se a este seminário para se inteirar do incidente. O interessante é que D. Sebastião falou muito amigavelmente com os seus estudantes, e não expulsou ninguém. Por sua vez, D. Custódio Alvim Pereira também não expulsou os dois seminaristas da sua própria diocese e que estavam envolvidos no caso. Note-se, que estes dois estudantes nunca emigraram para os Estados Unidos. Para o leitor poder ter uma ideia mais pormenorizada do caso, recomendo um artigo de minha autoria, intitulado “ The preaching of Portuguese Colonialism and the Protest of the White Fathers” (ISSUE a Journal of Opinion Vol. II, No.1, Spring 1972: 34 – 40.) Esta é uma das revistas publicadas pela Associacão de Estudos Africanos (African Studies Association) dos Estados Unidos.

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Independência: Começa movimento em torno do 35º aniversário

Independência nacional: Começa movimento em torno do 35º aniversário

O Presidente da República, Armando Guebuza, orienta esta manhã, no distrito de Nangade, província de Cabo Delgado, as cerimónias centrais das celebrações do 7 de Abril, Dia da Mulher Moçambicana e do lançamento da Chama da Unidade Nacional. Prevê-se que que a cerimónia seja assistida por cerca de 35 mil pessoas, entre representantes das populações de todos os distritos da província, altos dignitários do Estado e Governo.

O acto central consistirá na deposição de uma coroa de flores junto ao monumento aos heróis moçambicanos, erguido ainda esta semana, orações religiosas, mensagens de representantes da geração 25 de Setembro, 8 de Março e a de Viragem, seguidas de intervenções da Secretária-Geral da Organização da Mulher Moçambicana (OMM), de representantes de partidos políticos, do Secretariado-Geral da Frelimo, do Governador de Cabo Delgado, depois do que o Presidente da República proferirá o seu discurso.

Outro grande momento será quando Armando Guebuza, num acto solene, for assinar o livro de honra alusivo à Chama da Unidade, seguido de altos dignitários da nação moçambicana, acto que dará lugar imediatamente ao acender da tocha da chama e início da marcha. O archote será levado pelo Chefe do Estado por alguns metros que, num sistema de estafeta, o irá entregar às mãos de um representante da Geração de 25 de Setembro e este, por sua vez entregará ao representante da de “8 de Março”  que, por seu turno o deixará à responsabilidade de um representante da Geração de Viragem.

A Chama da Unidade logo a seguir iniciará a sua viagem do Rovuma ao Maputo, partindo imediatamente para o distrito de Palma, onde fará a sua primeira escala para percorrer, em sete dias, todos os distritos da província de Cabo Delgado, saindo depois para Niassa, através do distrito de Nipepe.

Entretanto, ontem continuavam a chegar inúmeros convidados à cerimónia. Contava-se a presença do ex-Chefe de Estado, Joaquim Chissano, de alguns históricos da Frelimo, como Marcelino dos Santos e Mariano Matsinha; dos presidentes dos Tribunais Supremo e Administrativo e alguns membros do Conselho de Ministros. Porém, já se encontravam no local as figuras de Edson Macuácua, do veterano Raimundo Pachinuapa e do Embaixador de Moçambique na Tanzânia, Zacarias Kupela, e o respectivo cônsul em Zanzibar.

As condições sanitárias do local foram fortificadas ontem com a presença de cinco médicos, alguns enfermeiros que vieram reforçar o pessoal existente em Nangade. O director provincial de Saúde, Mussa Ibrahimo Hagy, disse que tudo está sob controlo, pois medidas profilácticas haviam sido accionadas anteriormente.

Pedro Nacuo
Maputo, Quarta-Feira, 7 de Abril de 2010:: Notícias
 

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