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Não admira que num país assim… (Clara Ferreira Alves)

Canal de Opinião: por Clara Ferreira Alves, in “Expresso” 
 
Não admira que num país assim… 
 
Lisboa (Canalmoz) - Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram (Olá! camarada Sócrates…Olá! Armando Vara…), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a “prostituir-se” (Olá! Batista Bastos… ainda és comunista?!) na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.

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MARINHO PINTO: A JUSTIÇA NACIONAL TINHA MUITO MAIS QUALIDADE ANTES DO 25 DE ABRIL

DIGITAIS - MARINHO PINTO: A JUSTIÇA NACIONAL TINHA MUITO MAIS QUALIDADE ANTES DO 25 DE ABRIL

@XicoNhoca

DIGITAIS - BELMIRO DE AZEVEDO: A VIDA, A POLÍTICA E OS NEGÓCIOS

DIGITAIS - BELMIRO DE AZEVEDO: A VIDA, A POLÍTICA E OS NEGÓCIOS

Revista Visão, Nº 882, 28 de Janeiro a 3 de Fevereiro de 2010

@XicoNhoca

DIGITAIS - POLÍTICA: SEGREDOS DE UMA SECRETÁRIA DE MINISTROS

DIGITAIS - POLÍTICA: SEGREDOS DE UMA SECRETÁRIA DE MINISTROS

Revista Pública, 29 de Novembro de 2009

@XicoNhoca

DIGITAIS - JOAQUIM FERREIRA TORRES: OS SEGREDOS DO BARRO BRANCO

DIGITAIS - JOAQUIM FERREIRA TORRES: OS SEGREDOS DO BARRO BRANCO

A HISTÓRIA NUNCA CONTADA DO HOMEM QUE ABALOU O PREC

@XicoNhoca

“Existo para mudar o mundo” - António Bento Vintém, revolucionário, intelectual, editor, agitador de consciências

A vida de António Bento Vintém é desconcertante e dava um filme. Foi funcionário público, jornalista, agitador cultural em Santarém na década de sessenta. Comeu lagostas na prisão de Caxias onde esteve detido 19 meses pela PIDE. Foi pedreiro e canalizador em Itália e França, enquanto preparava a luta armada contra o antigo regime. Viveu com a identidade falsa de Jean Dossier e foi lider do já extinto Partido Comunista Reconstruído.

Por: João Calhaz / in O Mirante, jornal de Santarém

Quais são as relações que mantém actualmente com Santarém?

Muito poucas, exceptuando com alguns amigos que lá tenho. Alguns amigos de escola que ficaram lá. Infelizmente um morreu há pouco tempo, o Carlos Damásio, que foi médico. Quando os meus pais morrem, e em 11 meses morreram-me pai, mãe e irmã, duas de cancro e um com AVC, liquidou-se a casa e as minhas ligações a Santarém resumem-se a ir aos encontros de antigos alunos do liceu.

Que recordações guarda da terra onde nasceu?

De Coruche, onde nasci, não tenho grandes recordações. Saí de lá com um ano para irmos para Tomar. Voltei lá depois, com uns 12 anos, porque o meu pai era apontador de obras através do fundo de desemprego. O Estado empregava as pessoas que estavam no desemprego.

Considera-se um ribatejano?

Eu sou ribatejano. Nasci naquela franja entre o Alentejo e o Ribatejo. Cheguei a pegar garraios…

Gosta da festa brava? Vai às corridas?

Sempre que tenho cá amigos estrangeiros vamos aos toiros, desde que esteja na época deles. Não sou propriamente um aficionado, mas fui à inauguração do Campo Pequeno por exemplo.

A sua juventude fica marcada pela prisão em Caxias.

Sim, tinha uma actividade cultural extremamente intensa…

E também política?

Não. Fui preso porque um gajo é apanhado, fala em mim, eles vão ver quem eu era e chegam a Santarém. Vêem que é um funcionário público, jornalista, ligado ao teatro, à Orquestra Típica e pensam que sou o grande revolucionário que está ali escondido e abarbatam-me logo.

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Graves Incidentes em Moçambique: A guerra batia agora à porta dos colonos brancos nesta área (Janeiro de 1974)

Graves Incidentes em Moçambique – Janeiro de 1974

A guerra batia agora à porta dos colonos brancos nesta área (Janeiro de 1974)

No dia seguinte encerraram todos os estabelecimentos comerciais de Vila Pery, Vila de Manica e Machipanda, declarando que não os reabririam até que o Governo lhes desse garantias solenes de que iria tomar medidas imediatas para a defesa das populações civis. Dia 16, de manhã, largas centenas de viaturas, com milhares de colonos, afluíram a Vila de Manica para se incorporarem no funeral da fazendeira. E, à tarde, todos os agricultores e comerciantes brancos do distrito se manifestaram, ruidosa e iradamente, junto ao palácio do governador. Estando este ausente de licença na metrópole, foi o encarregado do Governo quem recebeu uma delegação dos manifestantes para a informar de que o governador-geral, sabedor do que se passava, respondera que «embora compreendesse as preocupações dos agricultores e a solidariedade dos comerciantes para com eles, manifestações públicas representavam traição e procederia com severidade se as lojas não reabrissem imediatamente».

A ira da população branca atingiu o auge. Rejeitando as ameaças do governador-geral, fizeram-lhe saber que todo o comércio se manteria encerrado até receberem garantias do Governo de que seriam tomadas as medidas que exigiam.

Carta dos Oficiais do Movimento em Moçambique (Janeiro de 1974)

Carta dos Oficiais do Movimento em Moçambique (Janeiro de 1974)

Graves Incidentes em Moçambique – Janeiro 1974

Excerto de Carta enviada pelos camaradas do Movimento a 19 de Janeiro de 1974

9. Como vos dissemos no nosso telex de ontem, começou o quase kafkia no processo de enxovalho das Forças Armadas. A situação é grave. Ontem, 18, voltaram a repetir-se as manifestações na Beira tendo-lhes sido barrado o caminho para a messe, concentraram-se em frente às residências do comandante do CTC e CEM. Choveram os insultos, obscenidades e pedradas.

O governador-geral ainda não tomou qualquer atitude, pelo menos que se saiba. Claro que é demasiado simples ficarmos danados com os civis que estamos a defennder, etc. As contradições internas do sistema começaram a parir. A deficiente e mesmo capciosa informação do público só podia resultar nisto, como aliás todos nós prevíamos. Não se vislumbra como se poderá sair disto com um mínimo de dignidade. O prestígio por que nos batemos está seriamente afectado. São precisas medidas urgentes, que só aí poderão ser tomadas. Aqui parece-nos difícil que alguém responsável saiba o que fazer além de mexer em forças. Pedimos que actuem imediatamente e em força e nos dêem instruções. Pelo menos a tal campanha de esclarecimento tem de começar «ontem». E ir logo direita à ferida. Incluída nela, é imprescindível a publicação de um Livro Branco sobre a Índia. E apaguem o beatíssimo sorriso da cara desses políticos.

Graves Incidentes na cidade da Beira em Moçambique (Janeiro de 1974)

Graves Incidentes na cidade da Beira em Moçambique (Janeiro de 1974)

Foi na Beira que acontecimentos mais gravosos ocorreram. Ao começo da tarde, realizou-se uma manifestação junto do Governo do distrito e pelas vinte e trinta, enquadrados por elementos da PIDE/DGS, cerca de 400 brancos e negros da população local, em fúria, insultaram gravemente as Forças Armadas e acusaram durante longo tempo os oficiais que se encontravam alojados, em trânsito, na Messe de Oficiais do Macúti, chegando a apedrejar o edifício perante a passividade das forças policiais que, horas antes, se haviam instalado na zona. Mais tarde, manifestar-se-iam ainda em frente das residências do comandante do CTC e do chefe do EM.

O comandante do CTC, o excelente brigadeiro Ventura Lopes, estava ausente de licença. É o coronel Baía dos Santos, 2.° Comandante a desem¬penhar interinamente as funções de 1.º, mostra-se incapaz de resolver a situação.

Receando tiro ou pedrada por parte dos manifestantes, é visto a caminhar de gatas pela varanda em direcção ao quarto, na Messe, onde reside com a mulher. E será o tenente-coronel José Pinto Ferreira, enér¬gico e decidido mestre de Educação Física de várias gerações de oficiais na Academia Militar, então comandando os GEP africanos estacionados no Dondo, quem, dizendo «basta», põe cobro à situação, exigindo a Baía dos Santos que dê ordem à companhia de PM que enfrenta, no exterior, os manifestantes e à que no pátio interior se encontra de reserva para «limparem» o espaço fronteiro à Messe. O que ambas farão com proficiência, varrendo tudo e todos, a casse-tête, até ao mar.

O PCP NA LUTA ANTI-FASCISTA (Aurélio Santos - Seara Nova – n.º 1691 Primavera 2005)

O PCP NA LUTA ANTI-FASCISTA

É geralmente reconhecido o papel fundamental que o PCP teve no desenvolvimento da luta contra a ditadura fascista durante os 48 anos da sua duração, pela continuidade, amplitude e coragem que marcou a sua intervenção.
Mas num balanço do que foi a resistência e a luta do povo português contra a ditadura, justifica-se que, para além da referência a alguns dos momentos em que a intervenção do PCP foi mais relevante para o desenvolvimento dessa luta, se refiram também questões de como e porquê o PCP teve esse papel, e as formas, as características e as orientações que marcaram o seu protagonismo.

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“Fiz parte do conhecido pelotão com sorte” (António Garcia - Angola 1973/75)

Combateu em Angola

“Fiz parte do conhecido pelotão com sorte”

No meu grupo não houve baixas mas sofremos muitas emboscadas. Numa deslocação encontramos camaradas mortos devido à explosão de uma mina.

Estávamos no final de 1973 e já não ia passar o fim-de-ano com a família. A partida para Angola estava marcada para 28 de Dezembro. Já namorava com aquela que viria a ser a minha esposa. Custou a ir mas tinha de ser, não se podia dizer que não à Pátria. Eu era apontador de morteiro, uma arma de tiro curvo e fogo potente capaz de abater alvos desenfiados ou em contra-encosta. Tinha de regular onde a granada iria cair e mandar tudo pelos ares.

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“Se demos um tiro foi apenas para caçar” (Duarte Silva Marques, Angola 1973/1975)

Em Angola sem combater

“Se demos um tiro foi apenas para caçar”

Sorte. Passámos por muitas dificuldades mas nunca estivemos frente a frente com o inimigo. Regressaram todos os camaradas da companhia.

Numa travessia pelo meio da mata, desde o nosso aquartelamento até à Companhia de Comando e Serviços (CCS), a uns 30 quilómetros, perdemo-nos e ficámos sem comida – tínhamos atirado fora as rações de combate, porque não gostávamos delas. Chegámos a um ponto em que nem sequer havia comunicações, o nosso rádio não funcionava, e dissemos uns aos outros que se o inimigo aparecesse até à mão nos agarrava. Alguns camaradas nem reacção teriam para puxar pela espingarda, quanto mais disparar.

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“Casámos com duas irmãs após o regresso” (António Feliciano - Angola 1973/1975)

A Minha Guerra: Cunhados em Angola

“Casámos com duas irmãs após o regresso”

Revolução. Soube do 25 de Abril por um camarada que ouviu na rádio. Era condutor e, apesar de ser uma função perigosa, não tive grandes problemas.

Parti de avião para Luanda a 20 de Outubro de 1973. A minha companhia era liderada pelo capitão Manuel Pinho, de Ovar. Os quatro pelotões totalizavam 110 militares, a que se juntaram, em Angola, mais 40 africanos. Eu estava no terceiro pelotão, chefiado pelo alferes José Marques, de Loures. Seguimos para Grafanil, onde se concentrava a tropa quando chegava. Ali permanecemos uma semana até sermos enviados para Santa Eulália, uma zona de mato, onde a guerra começou em 1961.

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“SE NECESSÁRIO O EXÉRCITO ATIRARÁ SOBRE OS COLONOS BRANCOS” (MÁRIO SOARES, 1974)

“SE NECESSÁRIO O EXÉRCITO ATIRARÁ SOBRE OS COLONOS BRANCOS” (MÁRIO SOARES, 1974)

Entrevista a Mário Soares, Ministro dos Negócios Estrangeiros português Mário Soares sobre a descolonização em África.

SP – Sr. Ministro, o Governo Provisório está em vias de conceder a independência às colónias da Guiné-Bissau, Angola e Moçambique. Há portugueses que se interrogam se este Governo de Transição, que não foi eleito pelo povo, mas empossado por um golpe militar, tem legitimidade para tomar uma decisão tão histórica.

MS – Isso nos perguntámos logo a seguir à revolução de 25 de Abril. Ponderamos se a descolonização se deveria fazer apenas após eleições regulares. Mas verificou-se que o problema era candente, que dificuldades e demoras surgiam no processo. E assim convencemo-nos que precisávamos de nos apressar.

SP – Há portugueses que julgam que o Sr. se tenha apressado demais – como em tempos os belgas ao se retirarem do Congo.

MS – Estamos há 3 meses no governo, e entretanto fizemos contactos e progressos, mas não creio que tenhamos sido demasiado apressados. Pelo contrário. A situação em Angola, que nos últimos tempos se tornou explosiva, prova que talvez não tivéssemos andado suficientemente depressa.

SP – Sobre as condições de independência o Sr. negoceia exclusivamente com os movimentos de libertação africanos. Na sua opinião eles são os únicos legítimos representantes das populações nas colónias?

MS – Bem, se quisermos fazer a paz – e nós queremos sem demora a paz – temos que falar com os que nos combatem. Isto não implica uma avaliação política ou ética dos movimentos de libertação, mas resulta da apreciação pragmática de determinada situação. E quem nos combate na Guiné? O PAIGC. Assim temos de falar com o PAIGC. Quem nos combate em Moçambique? A Frelimo. Assim temos de falar com a Frelimo.

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Entrevista a Leonor Figueiredo e Pré-publicação do seu livro “Ficheiros Secretos da Descolonização de Angola”

Entrevista a Leonor Figueiredo e Pré-publicação do seu livro “Ficheiros Secretos da Descolonização de Angola”

“Quiseram correr com os brancos de Angola”

O pai desapareceu em angola há 34 anos. A filha investigou e escreveu um livro que revela uma rede de prisões clandestinas E uma lista oficial de nomes de portugueses desaparecidos.

Já conseguiu fazer o luto do seu pai?

Acho que este livro me veio ajudar a fazê-lo. Conheço pessoas que nunca fizeram o luto de um familiar desaparecido. Nem conseguem abordar o assunto. Estou muito satisfeita por falar no meu pai e nas muitas vítimas desconhecidas e escondidas da descolonização de Angola que descobri. Passou muito tempo. Quando era adolescente, nem queria falar no assunto porque pensava que o que tinha acontecido ao meu pai era uma coisa extraordinária. Mas não. Houve muitas centenas de portugueses que foram vítimas da guerra política em Angola.

Publica uma lista inédita, do MNE (Ministério dos Negócios Estrangeiros), com mais de duas centenas de nomes de portugueses desaparecidos em Angola. Como pode ter sido abafada tantos anos?

A pasta tinha sido desclassificada há pouco tempo. E mesmo assim não estavam lá os documentos todos. Nos arquivos do nosso Estado, há muitas coisas que não podes consultar. São secretas; são muito secretas. E portanto, nunca virão à leitura do público. Esta, por acaso, foi desclassificada e eu tive a sorte de dar com ela, porque ia precisamente à procura do meu pai.

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Guiné-Bissau: Repressão colonial no Pindjiguiti há 50 anos precipitou início de luta armada

Guiné-Bissau: Repressão colonial no Pindjiguiti há 50 anos precipitou início de luta armada       

Lisboa, 02 Ago. (Inforpress) – O protesto laboral ocorrido faz 50 anos nesta segunda-feira na Guiné-Bissau, que passou à história como “Massacre do Pindjiguiti”, precipitou o início da luta armada contra a presença colonial portuguesa.

Em causa estava o protesto dos marinheiros e estivadores assalariados da Casa Gouveia, ligada ao grupo CUF e uma das empresas mais importantes da então colónia portuguesa da Guiné, em reivindicação de uma actualização salarial numa manifestação reprimida pelas autoridades, e que deixou na baixa de Bissau um número de vítimas mortais variável conforme as fontes consultadas.

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Guebuza inaugura amanhã, entre Caia e Chimuara no Rio Zambeze, ponte com o seu próprio nome

Amanhã entre Caia e Chimuara no Rio Zambeze 
 
Guebuza inaugura ponte com o seu próprio nome 
 
* Entretanto, prossegue a controvérsia da escolha do nome do actual presidente da República
 
 
Pelo menos uma centena de cidadãos moçambicanos subscreveu uma carta que circula na Internet a repudiar a atribuição do nome do que também é presidente da Frelimo, àquele empreendimento. “Somos pelo não endeusamento e pelo não culto de personalidades exercendo cargos públicos. Gostaríamos que V.Excia entrasse na história não como Salazar, Mussolini, Hitler e outros, que deixaram seus nomes estampados em obras de envergadura, mas que depois da sua morte tais empreendimentos mudaram de nomes”. – Excerto da Carta Aberta dirigida ao PR 

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Carta a um caro e estimado amigo e camarada sobre a segunda Travessia do Rio Zambeze (Canal de correspondência: por Carlos Nuno)

Canal de correspondência: por Carlos Nuno
 
Carta a um caro e estimado amigo e camarada sobre a segunda Travessia do Rio Zambeze
 
 
Maputo (Canalmoz) - Levantou-se um debate polémico em torno do nome da ponte sobre o Zambeze. Nem outra coisa seria de esperar, dados quatro factores: (i) o nome escolhido (o do Presidente da República, Armando Emílio Guebuza, controverso pelos seus métodos de governação e ligações activas com o mundo de negócios); (ii) o contexto político em que o nome foi escolhido (fim de mandato de uma governação absolutista, com um ambiente de crescente lambe-botismo e carreirismo e crescente culto de personalidade, conjugados com o ciclo eleitoral em que nos encontramos); (iii) a forma como a escolha foi feita (a única, ou uma das raríssimas sessões do Conselho de Ministros não presididas pelo PR neste mandato, em que foram rejeitadas opções claramente mais neutras e unificadoras sem qualquer justificação aceitável; seguida da declaração de irreversibilidade da escolha, a qual, por si só, é um reconhecimento de que existe um problema com a escolha); e (iv) o significado e o simbolismo histórico da travessia do Zambeze (esforço colectivo de gerações de Moçambicanos combatentes libertadores, simbolizando que enquanto o colonialismo tudo fez para impedir a travessia do Zambeze, os Moçambicanos livres e combatentes tudo fizeram para promover a justa e livre travessia desse majestoso Rio).

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Moçambique: Encerrada em Outubro de 1975, “LM Radio” planeia reiniciar transmissões

Encerrada em Outubro de 1975 
 
“LM Radio” planeia reiniciar transmissões
 
 
Pretoria (Canal de Moçambique) - Tudo indica que estão em curso planos para reabrir a famosa rádio comercial, “LM Radio”, que durante cerca de quatro décadas transmitiu a partir da antiga cidade de Lourenço Marques. A julgar pelas informações disponíveis na página oficial da “LM Radio” na Internet, e o facto de já existir um canal registado com esse nome na grelha de estações radiofónicas que transmitem por via satélite através do sistema DSTV da Multichoice, a popular rádio comercial, encerrada pelo governo moçambicano a 12 de Outubro de 1975, poderá voltar a estar no ar a breve trecho.
Também designada por “Programa B” do antigo Rádio Clube de Moçambique (que depois da independência passou a designar-se de Rádio Moçambique), a “LM Radio” transmitia 24 horas ao dia, sete dias por semana, em línguas inglesa e africânder, sendo a sua programação constituída fundamentalmente por música moderna. Tratava-se de um serviço radiofónico comercial altamente lucrativo, cujas receitas eram uma importante fonte de receita do Rádio Clube de Moçambique. Destinada ao auditório sul-africano, a “LM Radio” era, no entanto, bastante popular entre a camada jovem de Moçambique e de outros países vizinhos dadas as suas características ímpares como estação emissora em cima dos acontecimentos do mundo da música moderna.

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A LUCIDEZ DE MÁRIO SOARES - Este é o maior fracasso da democracia portuguesa

Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana, para a voz da rua.
A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante a sua longa carreira politica.
A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo em Paris.
A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma “brilhante” que se viu, o processo de descolonização.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.
A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua experiência governativa.
A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.
A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os “dossiers”.
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Moçambique tem uma economia saudável (António Matonse, embaixador de Moçambique em Angola)

António Matonse, embaixador moçambicano em Angola
O embaixador de Moçambique em Angola anunciou que o seu país já está a preparar os próximos actos eleitorais

Entrevista: Moçambique tem uma economia saudável

Jornal de Angola – Que avaliação faz destes 34 anos de independência de Moçambique?

António Matonse – Aos 34 anos, Moçambique é hoje um país estável, reconciliado, de harmonia política e social, em franco crescimento, que conhece há vários anos uma saudável e encorajadora estabilidade macroeconómica, profundamente inserido na África Austral e nas aspirações desta sub-região do continente. Hoje, Moçambique está no concerto das nações, luta  por um mundo melhor, próspero e de igualdade.
JA – Como é que os moçambicanos estão a preparar as próximas eleições?
AM – O Presidente da República de Moçambique, Armando Emílio Guebuza, formalizou a semana passada, em Maputo, a sua candidatura à Presidência da República nas eleições presidenciais que se realizam no dia 28 de Outubro de 2009. O povo, o Governo e os partidos políticos moçambicanos estão a preparar-se para as eleições legislativas. A preparação inclui a actualização do registo eleitoral e a formação de brigadistas eleitorais. Os partidos políticos estão a realizar os seus congressos para eleger os candidatos às presidenciais e às legislativas. O governo moçambicano e os órgãos eleitorais estão a criar as condições financeiras, materiais e humanas para que o quarto pleito decorra bem e sem problemas. No mesmo dia vão ocorrer, também, as primeiras eleições para as assembleias provinciais, depois de 1994. 

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DIGITAIS: DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA - O MALOGRO DE DOIS PLANOS (CARLOS DUGOS, 1975)

DIGITAIS:  DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA - O MALOGRO DE DOIS PLANOS (CARLOS DUGOS, 1975)

@XicoNhoca

Antigos Combatentes do Ultramar: Flores à beira-mar

Flores à beira-mar

Um dos momentos da cerimónia de homenagem aos mortos e deposição de flores aos antigos combatentes do Ultramar, esta manhã em Lisboa (10 de Junho de 2009).

Foto EPA/Andre Kosters

Antigo ministro de Salazar recorda Eduardo Mondlane

Em Livro de Memórias 
 
Antigo ministro de Salazar recorda Eduardo Mondlane
 
“Dos líderes africanos, depois de sair do Governo, tive apenas espaçadas mensagens de cumprimentos vindos de Eduardo Mondlane, que morreu assassinado em 1969. Tínhamos travado conhecimento em Nova Iorque, sendo ele funcionário da ONU no departamento dos fideicomissos, e sempre disposto a conviver com os portugueses. Era Doutor em sociologia e antropologia pela Northwestern University, e tínhamos um amigo comum, o professor Jacques Freymond que organizou e dirigiu o Instituto de Estudos Internacionais de Genève, para onde encaminhei alguns bolseiros” – Adriano Moreira, ministro da Colónias entre 1961 e 1963 

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Guiné-Bissau: P.A.I.G.C., Meio século de História

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Amílcar Cabral foi morto “à segunda tentativa”, defende diplomata russo

Amílcar Cabral foi morto “à segunda tentativa”, defende diplomata russo 
 
Um ex-diplomata da extinta URSS em Conakry e que acaba de publicar as suas memórias defende que as autoridades militares portuguesas conseguiram liquidar Amilcar Cabral, dirigente do PAIGC , “à segunda tentativa”, aproveitando-se das divergências internas desse movimento de libertação da Guiné e de Cabo Verde.
 
Papel Danilov, que era 1º Secretário e Conselheiro da Embaixada da URSS em Conakry, refere nas suas memórias, “Meses Agitados em Conakry”, livro publicado em Moscovo e citado pela agência Lusa. Segundo o antigo diplomata, o General Spínola (já falecido) recebeu ordens para realizar uma operação contra Conakry, onde havia presos de guerra portugueses.

“O objectivo era liquidar o estado-maior do PAIGC - Partido Africano da Independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde. Também era importante o facto do PAIGC manter presos de guerra portugueses, entre os quais havia parentes de influentes famílias portuguesas”, refere Papel Danilov.

OL
A Semana, 27 de Maio de 2009

DIGITAIS - A NOSSA LUTA (SAMORA MOISÉS MACHEL, 1975)

DIGITAIS - A NOSSA LUTA (SAMORA MOISÉS MACHEL, 1975)

PRESIDENTE DA FRELIMO

@XicoNhoca

DIGITAIS - ANTIGO MILITAR DO EXÉRCITO PORTUGUÊS VIVE NA MISÉRIA

DIGITAIS - ANTIGO MILITAR DO EXÉRCITO PORTUGUÊS VIVE NA MISÉRIA

JMcardoso

“A Voz de Trás-os-Montes”, 21 de Maio de 2009

@XicoNhoca

Daviz Simango, Presidente do CMB, destaca compromisso de Helidoro Baptista com o País

Libertação Nacional, democracia e liberdade de imprensa 
 
Presidente do CMB destaca compromisso de Helidoro Baptista com o País
 
* O poeta, escritor e jornalista foi ontem a enterrar no Cemitério Hindu, na Beira

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Por falta de pagamento pelo Município de Maputo: ADM corta água ao Jardim Tunduro

Por falta de pagamento pelo Município de Maputo 
 
ADM corta água ao Jardim Tunduro 
 
Maputo (Canal de Moçambique) - Fazer retornar a face que já teve ao Jardim Tunduro, na cidade de Maputo, nos dias que correm, poderá constituir uma pedra no sapato de David Simango, actual Edil da cidade de Maputo. A cada dia que passa são vários os problemas que se tem despoletado, que concorrem e que explicam de certa forma a degradação daquele que foi considerado o espelho da cidade capital do país em tempos que já lá vão.

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Estrangeiros tentam sabotar Cahora Bassa

Estrangeiros tentam sabotar Cahora Bassa

A partir de Novembro de 2007 a hidroélectrica de Cahora Bassa foi revertida a favor de Moçambique, tendo estado antes sob gestão de Portugal

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Heliodoro Bapista: O Poeta assassinado (Canal de Opinião: por Adelino Timóteo)

Canal de Opinião: por Adelino Timóteo 
 
Heliodoro Bapista: O Poeta assassinado
 
“O melhor que alguns nomes do poder me deram foi: três prisões, três desempregos – um deles durante mais de cinco anos – fome e morte lenta” – H.B. 
Beira (Canal de Moçambique) - Conforme dizia ainda outro dia António Cândido Franco, “Os poetas escolhem sempre um dia para morrer”. Franco referia-se então a Rui Knopfli que morrera no dia 25 de Dezembro de 1997, em pleno natal. A profecia de Franco talvez repetira-se quando este 1 de Maio Heliodoro Baptista perdeu a vida, depois de ao longo do dia ter andado com amigos, que mal se aperceberiam que na noite daquela data ele acenaria a despedida, para todo o sempre. Heliodoro faleceu em sua casa, cerca das 22 horas, no «Prédio da Grelha», perto do «100 à Hora», na Beira. De ataque cardíaco.

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O regime de Samora Machel era stalinista? (”Memórias sobre o trabalho em Moçambique” - Petr Yevsyukov)

“Memórias sobre o trabalho em Moçambique” - Petr Yevsyukov 
 
O regime de Samora Machel era stalinista? 
 
(1ª Parte) 
 
Pretoria (Canal de Moçambique) - O antigo membro do Comité Central do Partido Frelimo, José Luís Cabaço, considerou de “idiota” o primeiro embaixador da União Soviética em Moçambique, Petr Yevsyukov, por este ter afirmado que Samora Machel se havia “comportado de forma semelhante à do ditador soviético, Joseph Stalin”. Num livro de memórias publicado pelo Instituto de Estudos Africanos da Academia de Ciências Russa, em Moscovo (“Memórias sobre o trabalho em Moçambique”), Petr Yevsyukov referiu-se à admiração que Samora Machel nutria por Stalin, revelando que nos momentos finais de uma visita à União Soviética, o então presidente moçambicano dera instruções a Sérgio Vieira para arranjar um retrato do ditador que governou a União Soviética a ferro e fogo de 1928 a 1953.

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Faleceu Vasco Granja, o senhor da animação em Portugal

Faleceu Vasco Granja, o senhor da animação em Portugal

Vasco Granja, 83 anos, divulgador de banda desenhada e do cinema de animação em Portugal, morreu esta madrugada em Cascais. Em 1974, deu início a um novo programa de televisão, denominado “Cinema de Animação”, na RTP, que viria a durar 16 anos, com mais de mil programas transmitidos.

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Maputo: Marquês de Pombal “trocado” por Ngungunhana

Maputo: Marquês de Pombal “trocado” por Ngungunhana

A Rua Marquês de Pombal não será mais o nome do endereço que vai dar ao Maputo Shoping Center, quando a substituição dos nomes do tempo colonial chegar à via que acolhe a maior cadeia de supermercados da capital moçambicana.

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CABO VERDE - TARRAFAL (SANTIAGO): Amigos e familiares dos ex-presos políticos indignados

TARRAFAL (SANTIAGO): Amigos e familiares dos ex-presos políticos indignados

Os familiares e amigos dos ex-presos políticos do Tarrafal estão descontentes, segundo eles, com a atitude dos sucessivos governos deste país perante o desprezo a alguns cabo-verdianos que estiveram na luta pela independência de Cabo Verde.

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“Machel assumiu um cariz autoritário” (Luís Cabaço, antigo ministro de Informação do governo de Samora Machel)

Luís Cabaço, antigo ministro de Informação do governo de Samora Machel

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Relativamente à população “branca” portuguesa, Samora Machel portou-se como Estaline

Relativamente à população “branca” portuguesa 
 
Samora Machel portou-se como Estaline
 
- As revelações são de Piotr Evsiukov, primeiro embaixador soviético em Moçambique, em “Memórias sobre o trabalho em Moçambique” 
 
Maputo (Canal de Moçambique) - Diplomatas soviéticos que deram início às relações diplomáticas entre URSS e Moçambique criticam a política de Samora Machel face à população portuguesa branca, sublinhando que, nesta área, o Presidente moçambicano se comportou de forma semelhante ao ditador soviético, José Estaline.

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Cabo Verde: Campo de Tarrafal vai-se transformar num património cultural

Simpósio

Cabo Verde: Campo de Tarrafal vai-se transformar num património cultural

Luanda – A ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, anunciou hoje, em Luanda, que o Campo de Concentração de Tarrafal, em Cabo Verde, vai se transformar num espaço cultural e histórico, para perpetuar a memória de todos quantos por aquele local passaram.

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25 de ABRIL de 1974 - CARTA DE UM ALUNO AO EX-PROFESSOR DE HISTÓRIA

CARTA DE UM ALUNO AO EX-PROFESSOR DE HISTÓRIA

E ISTO 34 ANOS DEPOIS…

Exmo Senhor Professor,

Sou obrigado a escrever-lhe, nesta data, depois de ter escutado, com toda a atenção, a aula de História, que nos deu sobre a Revolução de Abril de 1974.

Li todos os apontamentos que tirei na aula e os textos de apoio que me entregou para me preparar para o teste, que o Senhor Professor irá apresentar-nos, na próxima semana, sobre a Revolução dos Cravos.

Disse o Senhor Professor que a Revolução derrubou a ditadura salazarista e veio a permitir o final da Guerra Colonial, com a conquista da Liberdade do Povo Português, o dos Povos dos territórios que nós dominávamos e que constituíam o nosso Império.

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AR: PSD e CDS rejeitam discutir voto de protesto contra praça Salazar, BE manifesta “profunda estranheza”

AR: PSD e CDS rejeitam discutir voto de protesto contra praça Salazar, BE manifesta “profunda estranheza”

Lisboa, 24 Abr (Lusa) - As bancadas parlamentares do PSD e do CDS-PP rejeitaram hoje discutir um voto de repúdio, proposto pelo Bloco de Esquerda, pela inauguração, este sábado, dia 25 de Abril, de uma praça com o nome de Salazar.

A Câmara Municipal de Santa Comba Dão vai inaugurar sábado a remodelação de uma praça da cidade a que foi dado o nome de Salazar.

“Na placa exposta nessa praça, Salazar é apresentado como ‘professor universitário e estadista’, omitindo-se o seu papel histórico como ditador à frente de um regime político anti-democrático e repressivo”, refere o voto de protesto apresentado pelo Bloco de Esquerda (BE).

Lusa, 24 de Abril de 2009

“Samora Machel portou-se como Estaline”. Samora tratou os portugueses de forma dura.

 URSS

“Samora Machel portou-se como Estaline”

Samora tratou os portugueses de forma dura.

Diplomatas soviéticos, que deram início às relações diplomáticas entre URSS e Moçambique, criticam a política de Samora Machel face à população portuguesa branca, sublinhando que, nesta área, o antigo presidente moçambicano se comportou de forma semelhante ao ditador soviético José Estaline. 

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25 de Abril: Otelo Saraiva de Carvalho promovido a coronel

Otelo Saraiva de Carvalho promovido a coronel

O Governo aprovou a promoção do tenente-coronel Otelo Saraiva de Carvalho a coronel ao abrigo da lei que estipula a reconstituição de carreiras, disse hoje à Lusa fonte do Ministério da Defesa

«O Governo aprovou a promoção de Otelo Saraiva Carvalho ao abrigo da lei 43/99, que estipula a reconstituição de carreiras cuja progressão foi prejudicada pelo 25 de Abril», referiu a fonte.

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Cabo Verde: Campo de Concentração do Tarrafal acolhe Simpósio Internacional

Cabo Verde: Campo de Concentração do Tarrafal acolhe Simpósio Internacional       

Praia, 21 Abr. (Inforpress) – Um Simpósio Internacional sobre o Centro de Concentração do Tarrafal, será efectuado, de 28 de Abril a 1 de Maio, no Campo de Concentração de Chão Bom, no concelho de Tarrafal.

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Ruas da cidade de Maputo: Designações nacionais substituem as coloniais

Ruas da cidade de Maputo: Designações nacionais substituem as coloniais

PLANTA DA CIDADE DE MAPUTO

Trinta e uma vias públicas da cidade de Maputo, entre as quais 24 ruas, mudaram recentemente de designação, no âmbito do trabalho realizado pela edilidade com vista à alteração de topónimos herdados do período colonial. Aprovadas pela Assembleia Municipal de Maputo, os novos topónimos já foram ratificados pelo Ministério da Administração Estatal, órgão do Estado que tutela as autarquias locais.

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Cabo Verde: Tanque abandonado junto ao Arquivo Histórico (Cidade da Praia)

Cabo Verde

Cidade da Praia

Tanque abandonado junto ao Arquivo Histórico

Pela passagem do 7 de Abril: Moçambicanas em festa

Pela passagem do 7 de Abril: Moçambicanas em festa

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Dia da Mulher Moçambicana: Uma homenagem a Josina Machel

Josina Machel

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“Josina Machel: Ícone da Emancipação da Mulher Moçambicana”, o livro de Renato Matusse e Josina Malique, publicado em 2008

Livro sobre Josina novamente destacado

Um livro intitulado “Josina Machel: Ícone da Emancipação da Mulher Moçambicana” é novamente apresentado hoje na Escola Secundária Josina Machel, na cidade de Maputo, como uma das formas de assinalar a passagem do 7 de Abril.  Editado pelo Arquivo de Património Cultural (ARPAC), o livro foi imprenso pela Imprensa Universitária tendo sido lançado o ano passado no Festival da Cultura.

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Em Portugal Daviz Simango encontrou-se com uma das filhas de Jorge Jardim

Daviz Simango fala dos encontros em Portugal

O líder do recém criado Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Daviz Simango, admitiu ter mantido, na sua recente digressão por alguns países europeus, encontros com uma das filhas de Jorge Jardim, a qual classificou como uma pessoa das suas relações há já muito tempo.

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