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Sérgio Vieira prendeu Joaquim Chissano quando Samora Machel governava

Biografia de José Chicuarra Massinga na Internet 
 
Sérgio Vieira prendeu Joaquim Chissano quando Samora Machel governava 
 
Como consequência das maquinações de Vieira, Chissano foi levado para a Ilha da Xefina tendo aí sido interrogado por Lagos Lidimo, refere o autor da biografia de Massinga. Na cadeia de máxima de segurança, vulgo BO (Brigada de Operações), na Machava, reduto do SNASP (Serviço Nacional de Segurança Popular), Massinga foi “torturado, chamboqueado e electrocutado” por Sérgio Vieira, afirma também o autor da obra publicada na internet, Solomon Mondlane, moçambicano nascido em Chinonanquila, Província de Maputo 
 
Maputo (Canalmoz) - Encontra-se disponível na Internet um livro sobre a vida e obra do Dr. José Chicuarra Massinga, ex-funcionário do Ministério dos Negócios Estrangeiros que chegou a estar preso durante a era da ditadura em Moçambique. O livro é da autoria de Solomon Mondlane, moçambicano nascido em Chinonanquila, Província de Maputo.
O autor conta a vida de Massinga desde a sua infância na aldeia de Guma, Inhambane, como estudante nos Estados Unidos e na Europa, e, depois da independência, como quadro superior do ministério dos Negócios Estrangeiros tutelado então por Joaquim Chissano.

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Ilha de Moçambique: Escavações da discórdia!

Ilha de Moçambique: Escavações da discórdia!

Na Ilha de Moçambique, província de Nampula, os residentes e as autoridades camarárias estão divididos quanto ao fim ou não das escavações das praias. As respectivas escavações visam supostos objectos raros de navios naufragados das viagens europeias de descoberta do caminho para as Índias.

A nossa reportagem apurou, recentemente, que naquele local, os responsáveis municipais dizem que o problema foi já eliminado, enquanto os residentes não concordam, pois afirmam as escavações ainda continuam, particularmente na calada da noite.

Algumas pessoas entrevistadas são da opinião que, enquanto houver falta de meios alternativos de sobrevivência, as escavações das praias continuarão a constituir uma forma de ganhar a vida naquele naquela urbe municipal que é igualmente Património Cultural da Humanidade.

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Contrabando de diamantes do Zimbabwe passa por Moçambique

Contrabando de diamantes do Zimbabwe passa por Moçambique 
 
Estrangeiros envolvidos no contrabando de diamantes operam a partir de Manica, segundo jornal de Harare 
 
Pretória (Canalmoz) - Cidadãos estrangeiros que alegadamente fugiram do Zimbabwe o ano passado por alegadas actividades ilícitas de compra e venda de diamantes, encontram-se a residir em território moçambicano. De acordo com a imprensa zimbabweana, os referidos cidadãos, que se acredita sejam originários da Guiné, Serra Leoa, Nigéria e Líbano, vivem na cidade de Manica, mas a trabalhar para negociantes de diamantes nos respectivos países.
O jornal The Herald cita fontes policiais como tendo referido que alguns dos traficantes de diamantes são detentores de passaportes moçambicanos, havendo ainda outros que viajam com passaportes da África do Sul, República Democrática do Congo e Zâmbia.
O diário zimbabweano cita ainda um funcionário do consulado moçambicano em Mutare, Joaquim Bitone, como não tendo “excluído a hipótese de negociantes ilícitos terem assentado arrais em Manica”, acrescentando ter conhecimento de casos envolvendo o contrabando de diamantes e ouro para Moçambique. Bitone manifestou-se ainda preocupado com o contrabando de gado de Moçambique para o Zimbabwe e vice-versa.
Na Vila de Manica grande parte da elite local está hoje confinada às dependências das suas habitações por ter alugado os edifícios principais das residências a forasteiros que se instalaram na cidade para estarem próximos da fronteira com o Zimbabwe.
Na zona da Quinta da Fronteira funciona uma fronteira precária e de uma forma geral toda a zona fronteiriça está bastante desprotegida.
Suspeita-se também no país vizinho que haja autoridades moçambicanas conluiadas com os contrabandistas.
Só na Vila de Manica, a poucos quilómetros da fronteira da Machipanda para Mutare, no Zimbabwe, há hoje a funcionar quatro restaurantes explorados por libaneses. O tipo de actividade empresarial que tais “investidores” empreendem naquele ponto do país tem suscitado suspeitas, dado que, em outras partes da província de Manica afastadas da linha de fronteira, o interesse dos expatriados das nacionalidades referidas pelo diário zimbabweano, é praticamente nulo.

(Redacção) 
 
2010-07-20

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Moçambique sem plano de combate ao tráfico de pessoas

Moçambique sem plano de combate ao tráfico de pessoas 
 
“A conclusão que tiramos como advogados é que nada foi feito para combater este crime. O país não tem nenhum plano de combate. Pode haver manifestação de intenção, já que estamos inscritos ao nível dos países da Comunidade do Desenvolvimento da África Austral” – Inácio Mussanhane, advogado 
 
Maputo (Canalmoz) – O advogado Inácio Mussanhane, que ficou conhecido ao descobrir raparigas moçambicanas que haviam sido traficadas para a África de Sul, para serem exploradas sexualmente, no conhecido “caso Diana”, manifestou-se preocupado com o facto de o país “não possuir nenhum plano estratégico para combater o tráfico de pessoas”, especificamente de “mulheres e crianças”, que são as grandes apetências dos traficantes.
O tráfico de pessoas em Moçambique, com destino à África do Sul, onde vão desempenhar trabalhos forçados e escravatura sexual, é uma realidade que se torna mais preocupante neste momento em que se aproxima a realização do campeonato mundial de futebol, neste país vizinho, temendo-se a intensificação do tráfico.

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MBS: A queda da máscara (Canal de Opinião: por Marcelo Mosse)

Canal de Opinião: por Marcelo Mosse 
 
MBS: a queda da máscara 
 
A menção pela Casa Branca de que o proprietário do Maputo Shopping Center, Mohamed Bachir Suleman (MBS), está envolvido no narcotráfico simboliza a queda de uma máscara que o Estado moçambicano andou a suportar há mais de duas décadas.
 
Maputo (Canalmoz) – O jornalista e investigador moçambicano Marcelo Mosse publicou, ontem, uma opinião no “CIP Newsletter”, na qual faz uma abordagem profunda do caso do empresário moçambicano Mohamed Bachir Suleman, que foi declarado “Barão da Droga” pelo Governo dos Estados Unidos da América. Pelo interesse dessa análise, transcrevemos aqui esse artigo, com a devida vénia.

A menção pela Casa Branca de que o proprietário do Maputo Shopping Center, Momed Bachir Suleman (MBS), está envolvido no narcotráfico simboliza a queda de uma máscara que o Estado moçambicano andou a suportar há mais de duas décadas. MBS é um comerciante do norte de Moçambique que, em meados dos anos 90, no auge da liberalização da economia, começou a prosperar vendendo electrodomésticos de ponta num mercado sempre sedento de artefactos electrónicos a preços de pechincha. Bachir tinha um passado modesto, diz-se, de vendedores de capulanas em pequenas cantinas.
Em meados de 90, Moçambique era um país completamente mergulhado nas malhas do crime organizado. Abertas as fronteiras e reduzido o poder repressivo e vigilante do Estado, irrompeu uma tentação por dinheiro fácil e o país passou a ser usado como rota de tráfico de droga. Em 1995, quarenta toneladas de haxixe foram encontradas em plena cidade de Maputo, mas nunca houve condenados. De lá para cá, foram vários os casos de drogas denunciados, ligações expostas, comerciantes que prosperaram nessa maré, mas nunca foram responsabilizados.

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Moçambique: Monumentos abandonados em Angoche

Monumentos abandonados em Angoche

Os lugares e monumentos históricos e culturais constituem um momento de atracção de turistas nacionais e estrangeiros e uma fonte de arrecadação de receitas, mas em Angoche, província de Nampula, o panorama é inverso, uma vez que as autoridades governamentais locais alegarem escassez de fundos no seu orçamento para investir em acções de manutenção e conservação. Deste modo, assistem, impávidos e serenos, ao desmoronamento daquele património.

Angoche é detentor de preciosidades únicas naquela zona e que não se encontram em nenhum outro ponto do país.

Por exemplo, Angoche tem o famoso pilão mágico, esculpido de uma árvore cuja espécie está localizada na Ilha de Catamoio que muda constantemente de posição acompanhando o movimento giratório do sol.

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Casa de Cultura da Beira: Restauração vira pesadelo

Casa de Cultura da Beira: Restauração vira pesadelo

Os amigos do alheio da cidade da Beira já têm um novo albergue. Trata-se da Casa Provincial de Cultura de Sofala, cujas obras de reabilitação estão paralisadas desde de finais de Dezembro do ano passado, por alegada falta de verba derivado ao atraso no desembolso dos fundos por parte do Executivo Central. Além de destruição de alguns compartimentos, o capim tomou conta da “Catedral das Artes do Chiveve”, facto que possibilita aos marginais orquestrar assaltos, com as mulheres a serem o principal grupo alvo, apesar da Polícia da República de Moçambique (PRM) evitar o pior com a colocação, por vezes, de alguns agentes no local.
 
Aquando da paralisação das obras, em Dezembro de 2009, o director provincial de Educação e Cultura de Sofala, Alves Cangana, assegurou que a “ Catedral das Artes” poderia reabrir as portas ao público em meados do terceiro trimestre de 2010, antes do término das obras de reabilitação que vinham sendo executadas desde do ano passado.

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Africanos devem ser donos do seu destino (Tomaz Salomão)

Africanos devem ser donos do seu destino

O Secretário executivo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) considera o combate à pobreza o principal desafio do continente. Tomaz Salomão defende o fim dos conflitos e pede aos Governos que promovam uma cultura de paz. O diplomata moçambicano ao serviço da SADC concedeu uma entrevista ao “Jornal de Angola” no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, momentos depois de participar, em Luanda, no colóquio sobre o Dia de África, onde falou sobre “A Situação da Segurança na África Austral, Principais Desafios e Metas”.

“Jornal de Angola” – O que fazer para que o mundo deixe de perceber que África é um continente de pobreza?

Tomás Salomão – Só nós, os africanos, é que vamos poder retirar essa percepção de que África é um continente de conflitos, de fome, golpes de estado, HIV/SIDA e outras doenças. Esta é a percepção que o mundo transmite do continente africano. Quando ligamos a televisão, a primeira imagem que nos aparece é a de uma criança com a cara cheia de moscas, mastigando qualquer coisa que a mãe conseguiu reunir. Precisamos demonstrar que não somos isso e, para tal, é necessário muito trabalho, empenho e concentrarmo-nos nas coisas que nos unem. Precisamos de trabalhar em paz e estabilidade para vencermos a pobreza.

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A Nova Ordem Mundial - ‘new world order’

Nova Ordem Mundial - Aprofundando o tema

Na teoria das relações internacionais o termo Nova Ordem Mundial(NOM) tem sido utilizado para se referir a um novo período no pensamento político e no equilíbrio mundial de poder, além de uma maior centralização deste poder. Apesar das diversas interpretações deste termo, ele é principalmente associado com o conceito de governança global. Foi o presidente norte-americano Woodrow Wilson que pela primeira vez desenvolveu um programa de reforma progressiva nas relações internacionais e liderou a construção daquilo que se convencionou denominar de “uma Nova Ordem Mundial” através da Liga das Nações. Nos Estados Unidos a expressão foi usada literalmente pela primeira vez pelo presidente Franklin Delano Roosevelt em 1941, durante a II Guerra Mundial. A Nova Ordem Mundial também é um conceito sócio-econômico-político que faz referência ao contexto histórico do mundo pós-Guerra Fria. Foi utilizada pelo presidente norte-americano Ronald Reagan na década de 1980, referindo-se ao processo de queda da União Soviética e ao rearranjo geopolítico das potências mundiais. [carece de fontes?]
Conforme essa nova ordem, os países são classificados em três grupos:
Países Centrais. Países Periféricos. Países Semiperiféricos/Países em desenvolvimento/Emergentes.

Novo conceito de Nova Ordem Mundial. Atualmente esta definição vem sendo usada por críticos e religiosos como a profecia do apocalipse que está se cumprindo. Muitos protestantes dizem que a Nova Ordem Mundial é o governo anti-cristo que vai dominar todas as nações , unificar a moeda e as religiões e vai gravar sua marca na testa ou na mão direita de todos os cidadãos (Apocalipse capítulo 13, versículo 16). Estas marcas podem ser através de chips. Já o Adventismo diz que é uma ordem mundial, baseada em leis que unirá as nações e as religiões em um único propósito. Mas a custo da quebra das leis de Deus, como a lei dominical que institui a guarda do Domingo ao invés do “Sábado” bíblico dos Dez Mandamentos.

Adam Weishaupt ( 1748-1830) era um maçom de ascendência judia .Fundou em Maio
de 1776, na Alemanha, uma continuação da ordem dos Iluminati, sociedade que representaria os ideais compartilhados por maçons e rosacruzes.

O Selo maçon da Nova ordem mundial está nas notas de 1 dólar. Na nota de 1 dólar poderá ver o símbolo da pirâmide com o olho que tudo vê, um símbolo iluminista. E abaixo da pirâmide podemos ler “Novus ordo seclorum” ,Nova ordem dos séculos, a nova ordem mundial.

13 ex-presidentes americanos eram Maçons, entre eles Franklin Roosevelt que em 1933 teve a ideia de colocar a pirâmide maçónica nas notas de 1 dólar.

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INWO - Illuminati: A Nova Ordem Mundial”, um jogo lançado em 1995 já desvendava os ataques às Torres Gémeas e ao Pentágono

O Plano dos Ataques às Torres Gêmeas e ao Pentágono já era conhecido desde 1995.

O inventor do RPG “INWO - Illuminati: A Nova Ordem Mundial” lançado em 1995, conhecia de antemão os acontecimentos que envolveriam os ataques de 11/9/2001 e os efeitos resultantes. Nove cartas do jogo apresentam detalhes de uma forma precisa demais para ser apenas uma coincidência. O jogo também revela os eventos planejados envolvendo o bioterrorismo, desastres combinados e a anarquia provocada nas grandes cidades, como forma de derrubar a velha ordem estabelecida. Se você alguma vez duvidou da existência de uma conspiração global, não pode duvidar mais.

Em 1990, Steve Jackson, inventor de RPGs, estava planejando seu mais novo jogo, que chamaria de “Illuminati: A Nova Ordem Mundial”, ou “INWO”, da abreviação em inglês. Jackson estava criando um jogo que iria reproduzir muito de perto o verdadeiro plano dos Illuminati de encaminhar o mundo para a Nova Ordem Mundial - também conhecido como o Reino do Anticristo. Conforme mostraremos, Jackson lançou um jogo de cartas, três das quais predizem os eventos de 11 de setembro, outras três predizem corretamente os acontecimentos que estão adiante de nós no futuro, e duas mostram exatamente os dois últimos acontecimentos que a Bíblia afirma que acontecerão durante as últimas dores de parto que produzirão o Anticristo!

Como Steve Jackson conhecia o plano dos Illuminati tão precisamente? De fato, ele conhecia o plano tão bem que recebeu uma visita de surpresa do Serviço Secreto, que tentou fazer de tudo para tirá-lo de circulação e impedi-lo de lançar o jogo. Como vocês verão nos excertos do relato de Jackson sobre a batida, os agentes federais estavam muito interessados nos seus arquivos intitulados “Illuminist BBS”. Leia os relatos de Jackson sobre a batida em http://www.sjgames.com/SS/:

“Na manhã do dia primeiro de março, [1990] sem aviso prévio, uma força dos agentes do Serviço Secreto - acompanhados pela polícia de Austin e por pelo menos um ‘perito’ civil da companhia telefônica - ocuparam os escritórios da Steve Jackson Games e começaram a examinar os computadores. A residência… do autor de GURPS Cyberpunk, também foi invadida. Muitos equipamentos foram apreendidos, incluindo quatro computadores, duas impressoras a laser, alguns disquetes soltos e considerável quantidade de hardware de computador. Um dos computadores era o que armazenava e rodava o Illuminati BBS.”

A empresa, S. J. Games, foi à Justiça e ganhou a ação, mas quase quebrou financeiramente. A investigação se concentrou em uma fraude supostamente cometida pela empresa por causa das atividades de hackers (invasores de sistemas de informática) e o fato de que a empresa promovia um boletim informativo destinado a hackers, intitulado “Prack”. Entretanto, tudo isso é tão fraco que não faz o menor sentido; de fato, a acusação fazia tão pouco sentido que o juiz concedeu à Steve Jackson Games 50 mil dólares de indenização, mais 250 mil dólares de honorários advocatícios. Isso é muito dinheiro do contribuinte para pagar por um caso estúpido e sem sentido algum!

No entanto, isso enfatiza o fato que o governo iluminista dos EUA, e o Serviço Secreto, chefiado na época por George Bush (pai) estava preocupado com alguma coisa que a S. J. Games estava prestes a fazer, e formulou um motivo para invadir os escritórios da empresa e apreender seus equipamentos. Depois que você analisar este material, acreditará, assim como nós, que a verdadeira razão pela qual o Serviço Secreto invadiu a S. J. Games foi para tirá-los de circulação, de modo que não lançassem o jogo “Illuminati - A Nova Ordem Mundial” (INWO), já que revelava muito do plano que ainda estava onze anos adiante no tempo. Seja você o juiz.

O Jogo INWO - “Illuminati: A Nova Ordem Mundial”
http://www.sjgames.com/inwo/

O ocultista praticante de magia branca David Icke (illuminaticards.jpg), tirou as cartas mais relevantes dentre as cem cartas que esse jogo contém; Icke selecionou essas cartas por que contam com um significado muito grande a história dos Illuminati para produzir as guerras, o pânico e as epidemias necessárias para produzir o Anticristo. Esse jogo estava em seu estágio inicial em 1990 e foi finalmente lançado em 1995, obtendo um grande sucesso de vendas. Como o próprio Steve Jackson diz em seu site: “Em 1994, ele adaptou o antigo Illuminati para ingressar no negócio da troca de cartas. INWO (Illuminati: New World Order) tornou-se o maior sucesso da empresa, e rendeu-lhe seu primerio milhão de dólares.” Na verdade, o INWO ganhou o Prêmio Origins de 1995 como o Melhor Jogo de Cartas.

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