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Sérgio Vieira prendeu Joaquim Chissano quando Samora Machel governava

Biografia de José Chicuarra Massinga na Internet 
 
Sérgio Vieira prendeu Joaquim Chissano quando Samora Machel governava 
 
Como consequência das maquinações de Vieira, Chissano foi levado para a Ilha da Xefina tendo aí sido interrogado por Lagos Lidimo, refere o autor da biografia de Massinga. Na cadeia de máxima de segurança, vulgo BO (Brigada de Operações), na Machava, reduto do SNASP (Serviço Nacional de Segurança Popular), Massinga foi “torturado, chamboqueado e electrocutado” por Sérgio Vieira, afirma também o autor da obra publicada na internet, Solomon Mondlane, moçambicano nascido em Chinonanquila, Província de Maputo 
 
Maputo (Canalmoz) - Encontra-se disponível na Internet um livro sobre a vida e obra do Dr. José Chicuarra Massinga, ex-funcionário do Ministério dos Negócios Estrangeiros que chegou a estar preso durante a era da ditadura em Moçambique. O livro é da autoria de Solomon Mondlane, moçambicano nascido em Chinonanquila, Província de Maputo.
O autor conta a vida de Massinga desde a sua infância na aldeia de Guma, Inhambane, como estudante nos Estados Unidos e na Europa, e, depois da independência, como quadro superior do ministério dos Negócios Estrangeiros tutelado então por Joaquim Chissano.

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Promoção do português: Melhor estratégia precisa-se

Promoção do português: Melhor estratégia precisa-se

A promoção da língua portuguesa precisa de uma “estratégia melhor concertada” e de uma “grande cooperação entre os países”, defendeu durante o fim-de-semana o secretário de Estado Adjunto do Primeiro ministro cabo-verdiano.

“A língua precisa de ser promovida, precisa, se calhar, também de uma estratégia melhor concertada, de compromissos muito fortes”, afirmou à LUSA Humberto Brito, no final da visita ao pavilhão de Portugal na Expo 2010, em Xangai, na China.

Ao falar sobre a cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que se realiza na sexta-feira em Luanda, Angola, o governante apontou a necessidade “fundamental” de um “grande reforço da capacidade de ensino” e “transmissão da língua portuguesa”, para que a comunicação em português “se faça no futuro muito mais e com muito maior qualidade também”.

Humberto Brito admitiu mesmo a necessidade de um pacto entre os governantes da CPLP “para que a língua, o seu ensino, o seu conhecimento e a sua preservação sejam reforçados”.

A VII Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, durante a qual Portugal transferirá a presidência da organização para Angola, vai decorrer sob o lema “Solidariedade na Diversidade”.

A anteceder a cimeira, vai ter lugar, a 22, o Conselho de Ministros da CPLP, com a presença dos responsáveis pelas diplomacias dos “oito”.

Entre os temas que vão ser abordados está a política da difusão da língua, a situação na Guiné-Bissau e a possibilidade de a Guiné-Equatorial passar de observador a membro de pleno direito da comunidade.

Humberto Brito, que está em Xangai após ter participado, em Beijing, na primeira Comissão Mista de Cooperação Económica, Comercial e Técnica, onde foram assinados acordos económicos entre Cabo Verde e China, considerou ainda que a CPLP “está muito bem representada” na Expo 2010, acreditando que os países “saem com as suas imagens reforçadas”.

Com exceção de São Tomé e Príncipe, os restantes sete estados da CPLP participam na exposição universal.

Portugal, Brasil e Angola têm pavilhões próprios nas áreas dos respetivos continentes e Moçambique, Cabo Verde e Guiné-Bissau apresentam-se dentro do pavilhão africano, que reúne diversas nações do continente. Timor-Leste está num dos três pavilhões que integram vários países asiáticos.

Na Expo 2010, dedicada ao tema “Better City, Better Life” (Melhores Cidades, Melhor Qualidade de Vida),  participam cerca de 240 países e organizações internacionais.

A exposição universal, a maior de sempre, começou a 1 de Maio e já foi visitada por cerca de 28 milhões de pessoas.

Maputo, Terça-Feira, 20 de Julho de 2010:: Notícias

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Carvão moçambicano na rota do mundo

Carvão moçambicano na rota do mundo

Posicionar Moçambique no mercado global do carvão constitui o principal objectivo de uma conferência internacional que junta, a partir de hoje, na cidade de Maputo, mais de 200 pessoas, entre representantes de empresas, singulares, auditores e outras entidades com interesse no sector carbonífero mundial. O elevado potencial em recursos minerais, sobretudo o carvão de alta qualidade, de que o país dispõe, tem despoletado o interesse de investidores em quase todos os cantos do mundo.

Os investimentos no sector do carvão nos últimos anos atingem biliões de dólares norte-americanos, destacando-se a empresa Vale, de capitais brasileiros, seguida das empresas australianas Riversdale e Minas de Rivubue, que vão começar a exportar a partir do próximo ano. Para além destas duas companhias encontram-se também em Moçambique as firmas indianas JSPL, Midwest Mozambique e Osho Gremach Mining e finalmente a empresa russa Eurásia Natural Resources Corporation.

Para já, especialistas na área do carvão consideram que, para um futuro não muito distante, Moçambique vai ser incontornável no mercado carbonífero mundial, tendo em conta as reservas e os investimentos que estão a ser concentrados.

A conferência internacional que hoje inicia é co-organizada pela International Mining and Metal Series e a Status Consultores de Comunicação. Durante a sua realização serão debatidas questões relacionadas com as oportunidades que se abrem no mundo de negócios do carvão, o potencial existente em Moçambique, bem como as diversas formas de escoamento possíveis.

O que se pretende é que o carvão de Moçambique seja uma componente impulsionadora do desenvolvimento do país e não só.

Na componente interna, as estimativas actuais apontam que o sector mineiro nacional passará a contribuir, nos próximos anos, entre sete e dez porcento para o Produto Interno Bruto (PIB), impulsionado pelos projectos de carvão de Moatize e Benga, na província de Tete.

No referido contributo do sector mineiro, cerca de 11 biliões de meticais anuais é o montante que o Executivo moçambicano espera passar a obter como contribuição do projecto mineiro de Benga (província de Tete) para o PIB nacional. Por sua vez, o projecto de Moatize - levado a cabo pela empresa mineira Vale - irá injectar para os cofres do Estado 2.3 biliões de meticais anuais.

Maputo, Terça-Feira, 20 de Julho de 2010:: Notícias 

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Movimento Zeitgeist - The Venus Project. Em Portugal, a 3 de Julho

O Movimento Zeitgeist em Portugal tem o prazer de apresentar o The Venus Project em Portugal pela primeira vez.

Para quem não conhece o The Venus Project, este é o resultado do trabalho realizado pelo engenheiro social e designer industrial Jacque Fresco, ao longo da sua vida e ao qual se juntou Roxanne Meadows. O projecto apresenta uma nova e arrojada direcção para a humanidade que implica nada menos que o redesign total da nossa cultura. Existem muitas pessoas hoje em dia preocupadas com os problemas graves que a nossa sociedade moderna enfrenta: desemprego, crime violento, a substituição de trabalho humano pela tecnologia, excesso de população e um declínio dos eco-sistemas do planeta.

Como será apresentado nesta palestra por Jacque Fresco e Roxanne Meadows, o The Venus Project dedica-se a confrontar todos estes problemas ao empenhar-se activamente na pesquisa, desenvolvimento e aplicação de soluções práticas. Através do uso de abordagens inovadoras para consciencialização social, incentivos educacionais e a aplicação consistente do melhor que a ciência e a tecnologia pode oferecer ao sistema social, o The Venus Project oferece um plano abrangente para uma regeneração social em que os seres humanos, tecnologia e natureza será capazes de coexistir num equilíbrio dinâmico sustentável e duradouro.

“Nós procuramos o redesign da nossa cultura, um em que as velhas incongruências da guerra, pobreza, fome, dívida e sofrimento  humano desnecessário , não seja visto só como evitável mas também totalmente inaceitável. Nada menos do que isto apenas irá resultar na continuação do mesmo catálogo de problemas inerentes no sistema actual.” - Jacque Fresco

Informações sobre o Evento: Dia: 03/07/10 (Sábado 3 de Julho) Hora: 15:00H
Local: Hotel Altis Park Avenida Engenheiro Arantes e Oliveira, 9 1900 Lisboa - Portugal

Programa:

15:00H - Apresentação do Movimento Zeitgeist em Portugal

17:00H - Palestra do The Venus Project por Jacque Fresco e Roxanne Meadows

Informações Adicionais:
Tradução: O evento terá disponível tradução simultânea, se pretender usufruir deste serviço é aconselhado levar um receptor FM com auriculares ou fones (mp3, telemovel…)

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Moçambique e Portugal: Empresas estabelecem redes de cooperação

Moçambique e Portugal: Empresas estabelecem redes de cooperação

Empresas de Moçambique e de Portugal deverão estabelecer redes de cooperação empresarial em diversos sectores de actividade. Com vista a esse fim, ontem em Maputo, foi apresentado um projecto da Associação Nacional das Empresas Metalúrgicas e Electromecânicas (ANEMM) de Portugal.

João Reis, vice-presidente da ANEMM, disse a jornalistas à margem do encontro que a sua agremiação e a Associação Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA) também de Portugal, manteve com a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), que com o estabelecimento das referidas redes será dinamizada a cooperação empresarial, não só com as empresas privadas, mas também com as entidades públicas.

“Trata-se de um projecto que é apoiado por fundos da União Europeia e que consiste na criação de redes de cooperação entre empresas e com entidades públicas dos países que falam português”, disse, João Reis.

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Africanos devem ser donos do seu destino (Tomaz Salomão)

Africanos devem ser donos do seu destino

O Secretário executivo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) considera o combate à pobreza o principal desafio do continente. Tomaz Salomão defende o fim dos conflitos e pede aos Governos que promovam uma cultura de paz. O diplomata moçambicano ao serviço da SADC concedeu uma entrevista ao “Jornal de Angola” no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, momentos depois de participar, em Luanda, no colóquio sobre o Dia de África, onde falou sobre “A Situação da Segurança na África Austral, Principais Desafios e Metas”.

“Jornal de Angola” – O que fazer para que o mundo deixe de perceber que África é um continente de pobreza?

Tomás Salomão – Só nós, os africanos, é que vamos poder retirar essa percepção de que África é um continente de conflitos, de fome, golpes de estado, HIV/SIDA e outras doenças. Esta é a percepção que o mundo transmite do continente africano. Quando ligamos a televisão, a primeira imagem que nos aparece é a de uma criança com a cara cheia de moscas, mastigando qualquer coisa que a mãe conseguiu reunir. Precisamos demonstrar que não somos isso e, para tal, é necessário muito trabalho, empenho e concentrarmo-nos nas coisas que nos unem. Precisamos de trabalhar em paz e estabilidade para vencermos a pobreza.

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A Nova Ordem Mundial - ‘new world order’

Nova Ordem Mundial - Aprofundando o tema

Na teoria das relações internacionais o termo Nova Ordem Mundial(NOM) tem sido utilizado para se referir a um novo período no pensamento político e no equilíbrio mundial de poder, além de uma maior centralização deste poder. Apesar das diversas interpretações deste termo, ele é principalmente associado com o conceito de governança global. Foi o presidente norte-americano Woodrow Wilson que pela primeira vez desenvolveu um programa de reforma progressiva nas relações internacionais e liderou a construção daquilo que se convencionou denominar de “uma Nova Ordem Mundial” através da Liga das Nações. Nos Estados Unidos a expressão foi usada literalmente pela primeira vez pelo presidente Franklin Delano Roosevelt em 1941, durante a II Guerra Mundial. A Nova Ordem Mundial também é um conceito sócio-econômico-político que faz referência ao contexto histórico do mundo pós-Guerra Fria. Foi utilizada pelo presidente norte-americano Ronald Reagan na década de 1980, referindo-se ao processo de queda da União Soviética e ao rearranjo geopolítico das potências mundiais. [carece de fontes?]
Conforme essa nova ordem, os países são classificados em três grupos:
Países Centrais. Países Periféricos. Países Semiperiféricos/Países em desenvolvimento/Emergentes.

Novo conceito de Nova Ordem Mundial. Atualmente esta definição vem sendo usada por críticos e religiosos como a profecia do apocalipse que está se cumprindo. Muitos protestantes dizem que a Nova Ordem Mundial é o governo anti-cristo que vai dominar todas as nações , unificar a moeda e as religiões e vai gravar sua marca na testa ou na mão direita de todos os cidadãos (Apocalipse capítulo 13, versículo 16). Estas marcas podem ser através de chips. Já o Adventismo diz que é uma ordem mundial, baseada em leis que unirá as nações e as religiões em um único propósito. Mas a custo da quebra das leis de Deus, como a lei dominical que institui a guarda do Domingo ao invés do “Sábado” bíblico dos Dez Mandamentos.

Adam Weishaupt ( 1748-1830) era um maçom de ascendência judia .Fundou em Maio
de 1776, na Alemanha, uma continuação da ordem dos Iluminati, sociedade que representaria os ideais compartilhados por maçons e rosacruzes.

O Selo maçon da Nova ordem mundial está nas notas de 1 dólar. Na nota de 1 dólar poderá ver o símbolo da pirâmide com o olho que tudo vê, um símbolo iluminista. E abaixo da pirâmide podemos ler “Novus ordo seclorum” ,Nova ordem dos séculos, a nova ordem mundial.

13 ex-presidentes americanos eram Maçons, entre eles Franklin Roosevelt que em 1933 teve a ideia de colocar a pirâmide maçónica nas notas de 1 dólar.

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INWO - Illuminati: A Nova Ordem Mundial”, um jogo lançado em 1995 já desvendava os ataques às Torres Gémeas e ao Pentágono

O Plano dos Ataques às Torres Gêmeas e ao Pentágono já era conhecido desde 1995.

O inventor do RPG “INWO - Illuminati: A Nova Ordem Mundial” lançado em 1995, conhecia de antemão os acontecimentos que envolveriam os ataques de 11/9/2001 e os efeitos resultantes. Nove cartas do jogo apresentam detalhes de uma forma precisa demais para ser apenas uma coincidência. O jogo também revela os eventos planejados envolvendo o bioterrorismo, desastres combinados e a anarquia provocada nas grandes cidades, como forma de derrubar a velha ordem estabelecida. Se você alguma vez duvidou da existência de uma conspiração global, não pode duvidar mais.

Em 1990, Steve Jackson, inventor de RPGs, estava planejando seu mais novo jogo, que chamaria de “Illuminati: A Nova Ordem Mundial”, ou “INWO”, da abreviação em inglês. Jackson estava criando um jogo que iria reproduzir muito de perto o verdadeiro plano dos Illuminati de encaminhar o mundo para a Nova Ordem Mundial - também conhecido como o Reino do Anticristo. Conforme mostraremos, Jackson lançou um jogo de cartas, três das quais predizem os eventos de 11 de setembro, outras três predizem corretamente os acontecimentos que estão adiante de nós no futuro, e duas mostram exatamente os dois últimos acontecimentos que a Bíblia afirma que acontecerão durante as últimas dores de parto que produzirão o Anticristo!

Como Steve Jackson conhecia o plano dos Illuminati tão precisamente? De fato, ele conhecia o plano tão bem que recebeu uma visita de surpresa do Serviço Secreto, que tentou fazer de tudo para tirá-lo de circulação e impedi-lo de lançar o jogo. Como vocês verão nos excertos do relato de Jackson sobre a batida, os agentes federais estavam muito interessados nos seus arquivos intitulados “Illuminist BBS”. Leia os relatos de Jackson sobre a batida em http://www.sjgames.com/SS/:

“Na manhã do dia primeiro de março, [1990] sem aviso prévio, uma força dos agentes do Serviço Secreto - acompanhados pela polícia de Austin e por pelo menos um ‘perito’ civil da companhia telefônica - ocuparam os escritórios da Steve Jackson Games e começaram a examinar os computadores. A residência… do autor de GURPS Cyberpunk, também foi invadida. Muitos equipamentos foram apreendidos, incluindo quatro computadores, duas impressoras a laser, alguns disquetes soltos e considerável quantidade de hardware de computador. Um dos computadores era o que armazenava e rodava o Illuminati BBS.”

A empresa, S. J. Games, foi à Justiça e ganhou a ação, mas quase quebrou financeiramente. A investigação se concentrou em uma fraude supostamente cometida pela empresa por causa das atividades de hackers (invasores de sistemas de informática) e o fato de que a empresa promovia um boletim informativo destinado a hackers, intitulado “Prack”. Entretanto, tudo isso é tão fraco que não faz o menor sentido; de fato, a acusação fazia tão pouco sentido que o juiz concedeu à Steve Jackson Games 50 mil dólares de indenização, mais 250 mil dólares de honorários advocatícios. Isso é muito dinheiro do contribuinte para pagar por um caso estúpido e sem sentido algum!

No entanto, isso enfatiza o fato que o governo iluminista dos EUA, e o Serviço Secreto, chefiado na época por George Bush (pai) estava preocupado com alguma coisa que a S. J. Games estava prestes a fazer, e formulou um motivo para invadir os escritórios da empresa e apreender seus equipamentos. Depois que você analisar este material, acreditará, assim como nós, que a verdadeira razão pela qual o Serviço Secreto invadiu a S. J. Games foi para tirá-los de circulação, de modo que não lançassem o jogo “Illuminati - A Nova Ordem Mundial” (INWO), já que revelava muito do plano que ainda estava onze anos adiante no tempo. Seja você o juiz.

O Jogo INWO - “Illuminati: A Nova Ordem Mundial”
http://www.sjgames.com/inwo/

O ocultista praticante de magia branca David Icke (illuminaticards.jpg), tirou as cartas mais relevantes dentre as cem cartas que esse jogo contém; Icke selecionou essas cartas por que contam com um significado muito grande a história dos Illuminati para produzir as guerras, o pânico e as epidemias necessárias para produzir o Anticristo. Esse jogo estava em seu estágio inicial em 1990 e foi finalmente lançado em 1995, obtendo um grande sucesso de vendas. Como o próprio Steve Jackson diz em seu site: “Em 1994, ele adaptou o antigo Illuminati para ingressar no negócio da troca de cartas. INWO (Illuminati: New World Order) tornou-se o maior sucesso da empresa, e rendeu-lhe seu primerio milhão de dólares.” Na verdade, o INWO ganhou o Prêmio Origins de 1995 como o Melhor Jogo de Cartas.

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Samora Machel Atentado ou Acidente? (José Milhazes)

Acidente de Mbuzini
 
O ponto de vista russo em novo livro sobre a morte de Samora Machel
 
 
Será lançado em Lisboa, depois de amanhã, quinta-feira dia 29, o livro, «Samora Machel - Atentado ou Acidente?» da autoria de José Milhazes, investigador português radicado em Moscovo.  
 
Maputo (Canalmoz) - Será lançado em Lisboa depois de amanhã, quinta-feira dia 29, o livro, «Samora Machel - Atentado ou Acidente?» da autoria de José Milhazes, investigador português radicado em Moscovo. Milhazes debruça-se sobre as causas do acidente de aviação em que perdeu a vida o primeiro presidente moçambicano, Samora Machel. “O aparelho Tupolev 134 e a tripulação eram soviéticos, daí ser importante saber o que pensam os especialistas da antiga URSS sobre isso”, refere o autor que reside em Moscovo desde 1977.
No mesmo dia em que o livro é lançado em Lisboa o Armando Guebuza inicia uma visita de Estado a Portugal a convite do seu homólogo Cavaco Silva.

José Milhazes

De 51 anos de idade, José Milhazes é doutorado pela Universidade do Porto, tendo-se dedicado à tradução de obras literárias e políticas de língua russa para o português. Foi correspondente do jornal «Público» em Moscovo, e colaborador do canal televisivo, SIC. Presentemente trabalha como correspondente da LUSA na capital Russa, que aquando do acidente era a capital da extinta União Soviética.
Milhazes é autor do livro, «Angola – O Princípio do fim da União Soviética», publicado o ano passado pela Editora Vega. Em «Samora Machel - Atentado ou Acidente?» José Milhazes afirma ter “conseguido encontrar fontes, escritas e orais, que põem um ponto final na discussão” em torno do acidente de Mbuzini.. “Mas essa decisão” acrescenta, “irá pertencer aos leitores”. O novo livro de José Milhazes sairá com a chancela da editora Aletheia.

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“Portugueses perguntam-se todos os dias para onde estão a conduzir o País”

Cavaco Silva alertou para persistência de situações de desigualdade

“Portugueses perguntam-se todos os dias para onde estão a conduzir o País”

Na sessão solene comemorativa dos 36 anos do 25 de Abril, o Presidente da República falou das desigualdades sociais que ainda persistem contrapostas com “casos de riqueza imerecida que nos chocam”, numa referência à recente polémica com os rendimentos dos altos dirigentes de empresas. Em jeito de crítica ao actual Executivo, Cavaco Silva referiu ainda que “os portugueses perguntam-se todos os dias para onde é que estão a conduzir o País”.

“Portugal vive uma grave crise, que é de todos conhecida”, reconheceu o Chefe de Estado, lançando o desafio para que Portugal aproveite os recursos naturais que possui e as indústrias criativas.

O Presidente alertou ainda para a emigração de jovens, referindo que estes são “um potencial que o País não pode desperdiçar.”

“Sem ilusões nem falsas utopias, devemos acreditar porque temos razão para isso”, enfatizou Cavaco, exortando os portugueses a acreditarem em si próprios.

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