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Moçambique e Portugal. Ambiguidades, equívocos, mistérios e ‘estórias’ numa História comum.

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Agora, no XicoNhoca, um local de discussão de temas polémicos e não só.

MARINHO PINTO: A JUSTIÇA NACIONAL TINHA MUITO MAIS QUALIDADE ANTES DO 25 DE ABRIL

DIGITAIS - MARINHO PINTO: A JUSTIÇA NACIONAL TINHA MUITO MAIS QUALIDADE ANTES DO 25 DE ABRIL

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DIGITAIS - PORTUGAL: CONHEÇA O PATRIMÓNIO DOS MINISTROS SOCIALISTAS

DIGITAIS - PORTUGAL: CONHEÇA O PATRIMÓNIO DOS MINISTROS SOCIALISTAS

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Digitais - Cidade do Cabo: O coração da África mais vibrante e sofisticada

DIGITAIS - CIDADE DO CABO: O CORAÇÃO DA ÁFRICA MAIS VIBRANTE E SOFISTICADA

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As ligações ETA em Portugal desde 1975 envolviam quartéis - Entrevista-choque ao ‘Granadas’

Em Lisboa foi-me permitido, numa ala hospitalar, há uns seis anos atrás, efectuar esta entrevista ‘choque’ e que, nos meus arquivos, consta apenas como ‘Entrevista ao Granadas’ /  Enfª. / EPM - entrevista realizada entre Domingo, 01 Fevereiro 2004 e 5ª feira, 05 Fevereiro 2004  -  Projecto ‘Pelos Olhos de uma Rata Cega’ / ‘A Jarda não Apita’. O Granadas fala da ETA, de algumas conexões portuguesas, de droga, de morte, e de prisões e de corrupção nas cadeias, não fosse ele um dos detidos portugueses com mais tempo averbado atrás das grades, mais que os 25 anos de cúmulo consentidos por lei e constitucionalmente.   

Paulo Oliveira
- Como é que aconteceu isto pá? Diz-me o teu nome.
 
- ‘Granadas’. Sou o ‘Granadas’, para toda a gente. Nasci no sul de Angola no mês de Maio de ‘59. Saquei o 11º ano. O meu pai era médico aí no sul, no Quando Cubango. Vivi em Silva Porto, também. Em 1975 viemos. E comigo vinha um carregamento de erva e diamantes (…)
 
Quem está à minha frente tem um aspecto bera, estragado e envelhecido demais para a idade, as mãos e o rosto deixam transparecer sinais de doença, velhice precoce, e de abusos sem fim consentidos em 44 anos de vida. Um cabelo já bem cinzento e embranquecido, em constante desalinho, culmina uma face chupada onde se adivinha facilmente a caveira. Os olhos são mortiços, encovados, perdidos, ocasionalmente ganham um brilho ténue nalgum sobressalto do diálogo. Este é o Granadas, ansioso, a enrolar mais um cigarrito de Drum, sem filtro, já deitado e coberto por três cobertores enquanto vai falando e encetamos esta longa entrevista. De tempos a tempos solta mais uma rajada longa de tosse seca.
 
- Ficaste logo na zona de Lisboa?
 
- Sim. Lisboa. Sintra. Mas havia um desenraizamento… Erva, cota-cota, suruma - isso era a malta de Moçambique - liamba… (está outra a vez a falar do espólio que trouxe)… vendia-se despreocupadamente.
 
- És preso logo em ‘76. Como é que sucedeu isso?
 
- Rebentei com o dinheiro todo. Milhares de contos então, que era muito dinheiro. Talvez igual a cem mil contos actuais. Derreti em drogas duras, ácidos, heroa, coca. Tinha que entrar em mais negócios. Comprava, consumia, vendia.   Conheci malta da antiga LUAR e do MRPP. Sete ou oito oficiais, várias patentes, além do meu primo, também oficial. Uma parte do que sucede, um contacto, é proposto por um furriel que é esse meu primo. Tinha o que precisava, do paiol de Santa Margarida. Os outros estavam em várias unidades. O meu primo seria a ligação. Nunca chibei nenhum deles. É então que surge a coisa da ETA…
 
- Como é que foi essa parte da ETA, falaste-me já nisso. Foram o único cliente do vosso grupo?
 
- Foram. Por coincidência numa compra de haxixe, que a ETA lidava com isso. Conheci um deles. Oferece haxe em troca de explosivos. Eu como tinha conhecimentos, aceitei e fui aprofundando essa ligação ao gajo da ETA.
 
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DIGITAIS - VIVER É CADA VEZ MAIS DIFÍCIL NO GRANDE HOTEL DA BEIRA

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Revista Pública, 27 de Dezembro de 2009

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DIGITAIS - INFANTIL / JUVENIL - MICKEY AINDA É O RATO MAIS FAMOSO DO PLANETA

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Revista VIP, 2 de Fevereiro de 2010

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DIGITAIS - BELMIRO DE AZEVEDO: A VIDA, A POLÍTICA E OS NEGÓCIOS

DIGITAIS - BELMIRO DE AZEVEDO: A VIDA, A POLÍTICA E OS NEGÓCIOS

Revista Visão, Nº 882, 28 de Janeiro a 3 de Fevereiro de 2010

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DIGITAIS - ÁFRICA DO SUL: CIDADE DA BOA ESPERANÇA

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Revista VIP, 2 de Fevereiro de 2010

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DIGITAIS - FUTEBOL: O INCRÍVEL CAMPEONATO QUE FINTOU O APARTHEID

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Revista Pública, 29 de Novembro de 2009

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DIGITAIS - POLÍTICA: SEGREDOS DE UMA SECRETÁRIA DE MINISTROS

DIGITAIS - POLÍTICA: SEGREDOS DE UMA SECRETÁRIA DE MINISTROS

Revista Pública, 29 de Novembro de 2009

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DIGITAIS - ALBERTO KORDA: O HOMEM QUE AMAVA AS MULHERES

DIGITAIS - ALBERTO KORDA: O HOMEM QUE AMAVA AS MULHERES

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DIGITAIS - PÁGINAS DA HISTÓRIA DE ANGOLA (GASTÃO SOUSA DIAS)

DIGITAIS - PÁGINAS DA HISTÓRIA DE ANGOLA (GASTÃO SOUSA DIAS)

CADERNO COLONIAL Nº 60

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DIGITAIS - VIRIATO DE LACERDA (MANUEL FERREIRA)

DIGITAIS - VIRIATO DE LACERDA (MANUEL FERREIRA)

CADERNO COLONIAL Nº 59

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DIGITAIS - S. JOÃO BAPTISTA DE AJUDÁ (EDMUNDO CORREIA LOPES)

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CADERNO COLONIAL Nº 58

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DIGITAIS - INFANTARIA 17 EM ÁFRICA (JOÃO FRANCISCO DE SOUSA)

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CADERNO COLONIAL 57

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DIGITAIS - ORIGENS DA COLÓNIA DE CABO VERDE (SIMÃO BARROS)

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CADERNO COLONIAL Nº 56

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Viagens & Locais. Monsaraz e Alqueva. FOTOS

O XicoNhoca percorreu em Janeiro partes do Alentejo, visitando Monsaraz e o Alqueva, entre outros locais. Deixamos aqui alguns dos ‘postais ilustrados’ e uma das muitas apreciações existentes na net sobre a histórica vila de Monsaraz.

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MONSARAZ - UMA VILA RASANDO O CÉU

A vila de Monsaraz, é uma das mais antigas povoações portuguesas. O grande número de monumentos megalíticos, confirma a sua ocupação desde tempos longínquos. Este primitivo castro pré-histórico foi, mais tarde romanizado, e com o decorrer dos tempos, Monsaraz passa para a esfera do dominio do Islão, passando a designar-se de Saris ou Sarish, pertencendo então ao reino de Badajoz, importante foco da cultura árabe.

Em 1167, foi conquistada aos muçulmanos por Geraldo Sem Pavor, numa expedição que partiu de Évora. Em 1173, Monsaraz volta novamente a cair em poder dos almôadas, na sequência da derrota de D. Afonso Henrriques em Badajoz. Só mais tarde, em 1232, D. Sancho II , fará a sua conquista definitiva, doando-a à Ordem do Templo que fica encarregue da sua defesa e repovoamento.

A população era agora constituída por cristãos, moçárabes, árabes e judeus. Em 1263, é já uma importante povoação fortificada e torna-se sede de concelho com a Carta de Foral passada por D. Afonso III.

Entrar em Monsaraz, percorrer as suas ruas estreitas, visitar as suas igrejas, a Cisterna da Vila, os Paços da Audiência com os seus frescos, visitar o seu Castelo, deixar-se invadir pela cultura e pela história deste lugar antigo, é sem dúvida uma experiência que vale bem a pena ser vivida.”

Viagens & Locais. Alpiarça e os avieiros. Santarém. Fotos

O XicoNhoca foi visitar e fotografar, perto de Alpiarça uma das zonas dos avieiros, hoje quase desaparecidos mas, recorde-se, tão bem retratados, em texto, por Alves Redol, no livro homónimo.

Vimos agora o que resta, as margens desocupadas, e as ruinas de uma das muitas aldeias à beira Tejo.

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O texto que abaixo se transcreve, surgiu em artigo recente das Selecções do Readers Digest.

Ainda há avieiros no Tejo - por Mário Costa

“Vindos de Vieira de Leiria à procura de sustento, foram subindo o rio / vivendo nos barcos, até que…”

“…galgaram / as margens. São uma / cultura única / no Mundo. São conhecidos / como os ciganos do rio”.

«Deixa ir assim, vai devagar para a rede não prender. Leva o barco mais para aquele lado; isso, assim está bom.» Quem dita as ordens é Mário João Petinga, de 44 anos, pescador, que, de pé na popa da sua bateira, vai lançando as redes ao Tejo. Aos remos, na proa, Luís Cosme, de 50 anos, manobra com agilidade, respeitando as ordens do «lançador». Os remos entram e saem da água em ritmo compassado e vigoroso, enquanto a pequena embarcação vai descrevendo um arco perfeito, como se traçado por um compasso.

Quando a rede fica toda dentro de água, a bateira imobiliza-se. Resta esperar. Mário João acende um cigarro e deita um olhar demorado ao rio para depois sentenciar: «Aqui não vai dar nada, a fataça vem a cair. Devíamos ter feito o lance mais abaixo.» A fataça a cair significa que vem rápida demais: «Devem ter aberto alguma barragem e o rio leva muita água», explica Luís Cosme.

São os dois pescadores avieiros na aldeia palafita das Caneiras, em Santarém, embora só Mário João viva exclusivamente do que o rio dá.

Mas não são meros pescadores ou homens da borda-d’água. São herdeiros de uma cultura ancestral, única no Mundo, espalhada pelas margens do rio Tejo desde 1850. A história deste povo e destas aldeias perde-se na bruma do tempo, com muito poucos registos escritos. O que se sabe foi sendo transmitido de boca em boca.

Num ponto, todos os historiadores são unânimes: esta gente é oriunda da praia de Vieira de Leiria, na Região Centro – daí o nome de Avieiros, e foi a procura de melhor vida que os levou a procurarem sustento no rio Tejo. No Inverno, quando o mar de Vieira de Leiria se mostrava pouco generoso, famílias inteiras deslocavam-se em campanha até ao Tejo, onde em pequenos barcos pescavam sável, enguia, fataça, lampreia e robalo.

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DIGITAIS - NELSON MANDELA VISTO POR CLINT EASTWOOD

DIGITAIS - NELSON MANDELA VISTO POR CLINT EASTWOOD

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DIGITAIS - AS NOVE FIGURAS QUE MUDARAM A HISTÓRIA DE PORTUGAL

DIGITAIS - AS NOVE FIGURAS QUE MUDARAM A HISTÓRIA DE PORTUGAL

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DIGITAIS - IMAGENS DA CIDADE DE S. PAULO DE LUANDA

DIGITAIS - IMAGENS DA CIDADE DE S. PAULO DE LUANDA

CASTRO SOROMENHO

CADERNO COLONIAL Nº 55

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DIGITAIS - BAÍA DOS TIGRES (GASTÃO SOUSA DIAS)

DIGITAIS - BAÍA DOS TIGRES (GASTÃO SOUSA DIAS)

CADERNO COLONIAL Nº 53

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DIGITAIS - CALDAS XAVIER (EDUARDO DE NORONHA)

DIGITAIS - CALDAS XAVIER (EDUARDO DE NORONHA)

CADERNO COLONIAL Nº 51

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DIGITAIS - MOZAMBIQUE FROM COLONIALISM TO REVOLUTION, 1900-1982

DIGITAIS - MOZAMBIQUE FROM COLONIALISM TO REVOLUTION, 1900-1982

ALLEN ISAACMAN AND BARBARA ISAACMAN (1983)

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DIGITAIS - CABORA BASSA (1975)

DIGITAIS - CABORA BASSA (1975)

KEITH MIDDLEMAS, 1975

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DIGITAIS - COZINHA PRÁTICA DE SUCESSO (AGOSTO 2005)

DIGITAIS - COZINHA PRÁTICA DE SUCESSO (AGOSTO 2005)

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DIGITAIS - COMO SALAZAR ESPIOU O OPUS DEI

DIGITAIS - COMO SALAZAR ESPIOU O OPUS DEI

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DIGITAIS - METRO DE LISBOA FAZ 50 ANOS

DIGITAIS - METRO DE LISBOA FAZ 50 ANOS

VIAGEM AO PASSADO… DE METROPOLITANO

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DIGITAIS - O GNR QUE LIBERTOU CUNHAL

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DIGITAIS - OS ESCÂNDALOS QUE A ALTA SOCIEDADE TENTOU ESCONDER

DIGITAIS - OS ESCÂNDALOS QUE A ALTA SOCIEDADE TENTOU ESCONDER

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DIGITAIS - QUEM FOI A MULHER MAIS PODEROSA DA PIDE

DIGITAIS - QUEM FOI A MULHER MAIS PODEROSA DA PIDE

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DIGITAIS - JOAQUIM FERREIRA TORRES: OS SEGREDOS DO BARRO BRANCO

DIGITAIS - JOAQUIM FERREIRA TORRES: OS SEGREDOS DO BARRO BRANCO

A HISTÓRIA NUNCA CONTADA DO HOMEM QUE ABALOU O PREC

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DIGITAIS - D. AFONSO HENRIQUES: 900 ANOS DE MITOS

DIGITAIS - D. AFONSO HENRIQUES: 900 ANOS DE MITOS

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DIGITAIS - MANICA E SOFALA (JULIÃO QUINTINHA)

DIGITAIS - MANICA E SOFALA (JULIÃO QUINTINHA)

CADERNO COLONIAL Nº 50

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DIGITAIS - UMA VIAGEM EM ANGOLA (J. BACELLAR BEBIANO)

DIGITAIS - UMA VIAGEM EM ANGOLA (J. BACELLAR BEBIANO)

CADERNO COLONIAL Nº 48

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DIGITAIS - PAISAGENS DE ÁFRICA (AUGUSTO CASIMIRO)

DIGITAIS - PAISAGENS DE ÁFRICA (AUGUSTO CASIMIRO)

CADERNO COLONIAL Nº 46

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“Colisão em voo matou cinco camaradas” (Fernando Sousa, Moçambique/Angola 1972/74)

A Minha Guerra: Helicópteros em Angola

“Colisão em voo matou cinco camaradas”

Sorte dupla. Fiz duas comissões, mas acabei por assistir ao 25 de Abril quando vim de férias à metrópole. Com isso terei escapado a um acidente.

Parti para Moçambique a 17 de Janeiro de 1972. A minha missão era fazer a manutenção dos aviões. Esta especialidade fazia com que nos dividíssemos e não pertencêssemos a qualquer companhia. A chegada à Base AB7 de Tete marcou-me: o cenário era de guerra. A base era importante, porque dava apoio ao Exército e estava toda vedada. Os T6, aviões de caça a hélice, iam sair em missão para defender Cabora Bassa. Aquelas aeronaves e os Fiat estavam encaixados numa parede de bidões, cheios de areia. Era a sua protecção contra os ataques com bombas e morteiros.

Enquanto lá estive não houve qualquer ataque, mas o mesmo já não posso dizer dos acidentes. Registaram-se duas baixas com um DO27 (um modelo de Dornier). Era um avião de passageiros, de transporte de correio e de alguma carga. Um camarada, com funções iguais às minhas, morreu no avião, com o piloto, num acidente no mato. O meu período de permanência em Tete foi encurtado, porque meti os papéis para o curso de sargentos e vim para a Metrópole frequentá-lo, na Ota, em Setembro de 1972. Tirei depois em Alverca, nas Oficinas Gerais de Material Aeronáutico, um curso de manutenção de helicópteros Alouette III.

(Ler artigo completo)

DIGITAIS - PORTUGUESE AFRICA AND THE WEST

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WIILIAM MINTER (1972)

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DIGITAIS - MOZAMBIQUE FRELIMO: MARCELINO DOS SANTOS

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DIGITAIS - DANIEL CHIPENDA

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Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA)

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REVISTA ‘TEMPO’ N.º 36 - L. MARQUES - MOÇAMBIQUE

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