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Chonguiça em documentários sobre diversidade cultural

Chonguiça em documentários sobre diversidade cultural

O conceituado saxofonista Moreira Chonguiça vai ser um dos protagonistas numa série de documentários a ser produzida pela Cine Internacional que aborda diversidade cultural e riquezas dos países africanos. Esta é a segunda etapa das filmagens desta série de vídeos-documentários sobre vários países do Continente Africano, intitulados “Mama África” e que pretendem ser a mostra real da diversidade etno-cultural de África em que as expressões culturais provam que o nosso Continente é rico em culturas promovidas pelos seus povos.

É nesse âmbito que a produtora Cine Internacional inicia na primeira semana de Março gravações de uma série de documentários cinematográficos cujas temáticas corporizam as danças, religiões, quotidiano dos povos cujos países estão envolvidos neste projecto, hábitos e seus costumes, entre outros aspectos que cruzam na interligação cultural dos africanos.

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Não admira que num país assim… (Clara Ferreira Alves)

Canal de Opinião: por Clara Ferreira Alves, in “Expresso” 
 
Não admira que num país assim… 
 
Lisboa (Canalmoz) - Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram (Olá! camarada Sócrates…Olá! Armando Vara…), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a “prostituir-se” (Olá! Batista Bastos… ainda és comunista?!) na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.

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Morreu o mais antigo ex-piloto da DETA/LAM

Morreu o mais antigo ex-piloto do LAM
 
Pretoria (Canalmoz) - Faleceu ontem no Hospital da Universidade de Coimbra o Comandante Luís dos Santos da Costa Branco, antigo piloto da DETA e Linhas Aéreas de Moçambique. Costa Branco era o mais antigo como piloto da aviação civil portuguesa e moçambicana ainda vivo.
Tinha 92 anos de idade. Na sua caderneta de voo contava com 33.000 horas de voo averbadas. Toda a sua carreira profissional foi feita em Moçambique. Foi condecorado por dois presidentes da República Portuguesa.
O funeral realiza-se amanhã, em Oliveirinha.
O Com.te Luís Santos da Costa Branco, nasceu em Vila Nova de Oliveirinha, Concelho de Tábua em 25 de Outubro de 1917 e era o penúltimo filho dos sete de Aurora Berta Santos Branco e Herculano da Costa Branco.
Iniciou a instrução de voo no Aeroclube de Moçambique em 6 de Maio de 1936, tendo efectuado o seu primeiro voo “solo” em 2 de Junho do mesmo ano.
Como funcionário dos Caminhos de Ferro de Moçambique, foi mandado apresentar na D.E.T.A., Direcção de Exploração dos Transportes Aéreos, hoje, Linhas Aéreas de Moçambique em 10 de Dezembro de 1937, onde acumulou as funções com as de aluno piloto.
Esta empresa, a DETA, agora designada por LAM, tinha sido criada pelo Diploma Legislativo nº 521, em 26 de Agosto de 1936, publicado no Boletim Oficial de Moçambique nº 34, com a mesma data, sendo a mais antiga transportadora de linha aérea de Portugal e colónias.

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“Portugal traiu o povo de Cabinda” (Padre Casimiro Jorge Congo)

“PORTUGAL TRAIU O POVO DE CABINDA”
 
– Padre Jorge Casimiro Congo, que pede agora um Referendo para se resolver a questão do enclave que era um “protectorado” português «Portugal traiu o povo de Cabinda e vai ter de amadurecer mais como nação para repensar a sua posição em relação ao enclave». A critica é do padre Jorge Casimiro Congo, um dos nomes que integra a lista do Governo angolano e que escapou à onda de prisões que nos últimos dias levou à cadeia cinco activistas dos direitos humanos. 
 
“Pretoria (Canalmoz) - Em entrevista à emissora portuguesa católica, Rádio Renascença (um dos poucos órgãos de comunicação social portuguesa que dá voz a quem a não tem), este sacerdote diz-se preparado para ser preso quando regressar a Cabinda e considera que a FLEC aproveitou o CAN-2010 para ter mais visibilidade política.
Na entrevista ele disse que o regime de Luanda é incapaz de assumir politicamente a questão de Cabinda e desafia mesmo o governo angolano a fazer um referendo no enclave.
Por sua vez, o político luso Manuel Monteiro considera as “represálias contra quem pensa de forma diferente” em Cabinda é uma atitude que “deve merecer inequívoca condenação das autoridades portuguesas”.

“CINISMO”

Segundo Manuel Monteiro no plano das relações internacionais “reina o primado do cinismo” e as “considerações de justo ou injusto dependem das épocas, das circunstâncias e até dos interesses materiais, mas há limites que não podem ser ultrapassados. Portugal deve pedir a imediata libertação do Padre Raul Tati. E deve fazê-lo em nome daquilo que diz defender e acreditar interna e externamente: o Direito à diferença”.
Entretanto, segundo a Rádio Renascença, o secretário de Estado português dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, João Gomes Cravinho, disse à Lusa que Portugal não interfere nos assuntos de Cabinda e que estes pertencem ao domínio da soberania angolana. “Portugal não tem nada a ver com a questão de Cabinda. É um assunto de soberania angolana”, afirmou João Gomes Cravinho.

(Redacção / Rádio Renascença)

2010-01-21

Moçambique: A morte de Samora Machel em Mbuzini

A MORTE DE SAMORA MACHEL EM MBUZINI
 
Estudo revela “estratégia de desinformação” montada pela União Soviética
 
AIM desempenhou papel preponderante 
 
“Três semanas após o acidente de Mbuzini surgiram informações segundo as quais reinava a irritação e insatisfação entre certos membros do Serviço Nacional de Segurança Popular (SNASP) pela forma como os soviéticos estavam a manipular a situação”, Yvonne Clayburn, autora do estudo “Logo que tomou posse, Joaquim Chissano recusou-se a voar em aviões russos tripulados por soviéticos. Em vez disso, insistiu na utilização de um Boeing-737 para voos de curta distância, e para voos de longo curso deu preferência a um DC-10 alugado às linhas aéreas francesas, UTA.”, lê-se no estudo 

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No contexto da Revolução - ‘na Frelimo era norma fuzilar pessoas’

Entrevista de Mariano Matsinhe ao SAVANA

Por Francisco Carmona e Emídio Beúla / Savana

Mariano Matsinhe (72anos), um dos símbolos da gesta de 25 de Setembro, confessa que não lhe agrada ouvir falar de órgãos de comunicação independentes.

Para a velha guarda da Frelimo melhor se a designação passasse para órgãos independentes da Frelimo. Porque, acredita, dependentes o são de alguma coisa. Mas nem com isso, o homem que abandonou a engenharia civil (cursava o segundo ano) em Portugal para se juntar à Frelimo em 1962, não se coibiu em conversar com o SAVANA por quase uma hora, revivendo um percurso político sempre em reconstrução. Pelo caminho disse, entre outras revelações, que havia uma certa precipitação (necessária?) na tomada de decisões, que os campos de reeducação não foram um erro e que, volvidos quase 45 anos após o início da luta, não se arrepende de nada. Nem dos fuzilamentos,
apesar de reconhecer alguns excessos do SNASP, um órgão do regime e de triste memória. Acompanhe alguns extractos da conversa mantida última sexta-feira em Maputo.

Sr. General, passam 34 anos após a proclamação da independência nacional. Este Setembro comemoramos 45 anos após a insurreição armada e 35 anos dos acordos de Lusaka. Quando olha para trás, que balanço faz deste Moçambique?

Olha, tenho a impressão de que foi tudo correcto. Havia muita agitação, naturalmente, por causa do carácter do colonialismo que tínhamos. E nós éramos jovens. Eu próprio que sou mais velho que muitos líderes da Frelimo tinha 25 anos quando me juntei à Frelimo. Havia uma certa precipitação na tomada de decisões. Mas era necessária. Porque se a gente começasse a pensar nas consequências, as coisas seriam diferentes. Nós tínhamos a vantagem de sermos jovens. Não éramos casados e não tínhamos filhos. Não tínhamos o peso das consequências. A gente pensava como jovens e só queríamos a independência. Outros eram mais velhos, já tinham casado e tinham filhos e diziam o seguinte: vamos combater até ao fim, se ficarmos independentes os nossos filhos vão continuar com a batalha até à independência.
Estávamos preparados para isso, para o sacrifício máximo pela independência de Moçambique.

Quando se junta à Frelimo vinha da UNAMI…

Eu pertencia, assim ligeiramente, à UNAMI. Mas eu fugi de Portugal. Abandonei os estudos. Estava a fazer engenharia civil. Vim cá de férias. Os portugueses pagaram-me férias. Havia muitos outros estudantes de todas as colónias portuguesas. Quando tentei uma saída de Portugal para cá, não consegui. Então aproveitei a vinda para cá e o meu pai vivia na fronteira com o Malawi. Isso era uma grande vantagem para mim e, portanto, foi fácil escapulir para o Malawi e daquele país avançar para a Tanzânia. Mas no Malawi tive que ser da UNAMI para ganhar credibilidade. Porque podiam desconfiar, tendo em conta que vinha de Lisboa. Este episódio deu-se em 1962.

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«Em Portugal não me sinto seguro» - Carlos Contreiras, do Partido Republicano de Angola

1-Nov-2009 - 12:11

 Carlos Contreiras é líder do Partido Republicano de Angola. Pediu asilo a Espanha porque, segundo afirma, o MPLA, partido do presidente José Eduardo dos Santos, tentou matá-lo. Carlos Contreiras nasceu no Bairro Operário, município de Sambizanga, em Luanda, há 43 anos. É doutorado em Ciências Políticas e Económicas pela Universidade de Boston, nos EUA. Jornalista de profissão, fundou o Partido Republicano de Angola, de raiz cristã, que foi legalizado em 1997 pelo Supremo Tribunal de Angola. É casado e tem oito filhos.

 

– Pediu asilo a Espanha. Porque não a Portugal?

Carlos Contreiras – Não temos nada contra o Governo e povo português. Trata-se de uma questão de segurança. O MPLA está muito bem estruturado aqui.

– Está a dizer-me que pediu asilo a Espanha porque não se sente seguro em Portugal?

– Sim. O MPLA actua aqui. As mesmas pessoas que perpetraram o atentado contra mim em Luanda podem estar aqui preparadas para levar a cabo outras acções.

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Da votação pacifica às batotas que mancham o processo eleitoral

Da votação pacifica às batotas que mancham o processo eleitoral 
 
Maputo (Canalmoz) – De acordo com o boletim do Centro de Integridade Pública (CIP) e dos Parlamentares Europeus para África (AWEPA), ontem duas vezes tornado público (e uma vez esta madrugada), até ao meio da tarde, mantinham-se grandes filas em muitos lugares deixando prever que muitas assembleias de voto não se iria votar.
O boletim da AWEPA que há dias foi atacado pelo trabalho das organizações supramencionadas, pelo director da Agencia de Informação de Moçambique (AIM), Gustavo Mavie, no diário de papel de maior circulação, o Noticias, adiantava que “em outros, incluindo nos centros de Maputo e Beira; Ribaué e Ilha de Moçambique, em Nampula; Macanga, em Tete; e Tambara, em Manica, havia longas filas quando as assembleias de voto abriram, mas a maior parte das pessoas votou de manhã e a meio da tarde não havia mais filas. Este quadro misto é-nos dado pelos nossos 100 jornalistas espalhados pelo país, que reportaram às 15h00”.
Adiantava o CIP e a AWEPA que em Nacala, até por volta das 12 horas de ontem, algumas mesas já não tinham eleitores, sobretudo as da periferia da cidade, enquanto outras mantinham-se apinhadas de gente.
Em geral, quase todas as assembleias de voto tinham aberto normalmente, excepto algumas que ainda têm problemas de cadernos eleitorais.

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Eleições: Moçambique entre Frelimo e a mudança (Abel Coelho de Morais)

Eleições

Moçambique entre Frelimo e a mudança

Quase duas décadas após os acordos de paz de 1992, Moçambique vota hoje para escolher novo Presidente, novo Parlamento e novos representantes do poder a nível provincial. Entre as habituais acusações de fraude e um crescente desencanto entre o eleitorado, estas eleições, que poderão assinalar o fim da bipolarização no país, representam importante desafio, quer para o partido tradicional de oposição quer para a mais recente formação política, com menos de um ano de existência.

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O domínio da língua portuguesa e a literacia e desenvolvimento (Lourenço do Rosário)

O domínio da língua portuguesa e a literacia e desenvolvimento*

Em 2007, no Brasil, os meios de comunicação social daquele País divulgavam com grande alarido os resultados de uma pesquisa  promovida pela OCDE sobre literacia nos países que integram esta organização, incluindo igualmente alguns países  que não faziam parte desse organismo internacional. Estes resultados arrasavam de forma devastadora os únicos Países de Língua Portuguesa avaliados, nomeadamente Portugal e Brasil. A pesquisa em apreço abrangia inquérito sobre leitura, escrita, matemática e ciências. Países como Coréia do Sul, Singapura, Taiwan, Nova Zelândia pugnavam pelos primeiros lugares lado  a lado com Países  considerados do Primeiro Mundo, nomeadamente Canadá, Finlândia, Japão, atirando para o meio da tabela  colossos  económicos como a França, Itália, Alemanha e até os Estados Unidos da América. Estes resultados não diferiam  em muito daqueles  outros  publicados em Dezembro de 2001.

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Moçambique: Vamos todos votar! - exorta Comissão Nacional de Eleições

Vamos todos votar! - exorta Comissão Nacional de Eleições

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) exortou ontem aos cerca de nove milhões e seiscentos mil eleitores residentes em território nacional e no estrangeiro no sentido de afluírem em massa aos postos de votação para a escolha do Presidente da República e dos partidos políticos que terão assento na Assembleia da República e nas assembleias provinciais. Numa exortação aos eleitores, o Presidente da Comissão Nacional de Eleições, João Leopoldo da Costa, instou os cidadãos no sentido de exercerem  o seu direito de voto de forma consciente, pacífica e ordeira.

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SABORES AFRICANOS - Galinha à cafreal (gastronomia moçambicana)

Galinha à cafreal

Ingredientes:

Galinha: 1
Azeite: 1 colher de sopa
Sumo de Limão: 1/2 limão
Piri-piri: 4
Sal: 1 colher de chá
Pimenta: 1 colher de chá
Alho: quatro dentes picados

Preparação:

Abre-se a galinha pelas costas, espalmando-a de seguida.
Mistura-se o azeite, o sal, o sumo de limão, a pimenta, o alho e o piri-piri.
Tempera-se a galinha com uma boa porção da mistura.
Leva-se a galinha a grelhar, virando-a de vez em quando.
Utiliza-se o resto da mistura para untar a galinha enquanto grelha.
Deve ficar bem picante.

Sugestões:
 
Cortar o piri-piri fresco ao comprido e ao meio, retirar os caules e sementes da baga, e utiliza-lo em pedaços ou às fatias finas.

Navio-cruzeiro da National Geographic escala Cabo Verde

 

 

 

Navio-cruzeiro da National Geographic escala Cabo Verde

Um navio-cruzeiro da National Geographic - “Lindblad Expedition”, chega hoje, 21, às 7h00 em Cabo Verde e passa pelas ilhas de Santo Antão e Fogo. De acordo com uma nota do Ministério da Economia, os ocupantes do Navio são essencialmente naturalistas que procuram experiências únicas ao longo do Oceano Atlântico, olhando vidas oceânicas do atlântico, falando de geologia e histórias da região.

Com ponto de partida nos EUA, passou por Lisboa, Madeira, Ilhas Canárias, Cabo Verde, e seguirá com destino ao Brasil - Salvador da Baía. Em Cabo Verde, a expedição passa por Santo Antão e Fogo nesta terça e quarta-feira, respectivamente. “Foram criadas alternativas para os programas em cada uma das ilhas, de acordo com a preferência dos turistas” avança o MECC.

Ainda segundo o mesmo documento o Ministério da Economia, Crescimento e Competitividade, a Cabo Verde investimentos e a ENAPOR, então engajados, trabalhando em devida articulação para garantir boas condições aos visitantes durante a estada do navio, para que se consiga manter o país no roteiro anual da expedição, o que é indubitavelmente muito bom para o “marketing” do país.

Expresso das Ilhas, 21 de Outubro de 2009

Portugal: Eleições Autárquicas em Ermelo adiadas para o próximo domingo após homicídio

 

Eleições Autárquicas

Eleições em Ermelo adiadas para o próximo domingo após homicídio

As eleições para a freguesia de Ermelo, Mondim de Basto, serão repetidas no próximo domingo, após o assassinato do marido da candidata do PSD à Junta de Freguesia, disse à Lusa o porta-voz da Comissão Nacional de Eleições (CNE)

«As eleições serão repetidas de hoje a oito dias. Esta situação em que o candidato de um partido mata o marido de uma candidata provocou um levantamento e uma tentativa de retaliação física sobre os delegados do partido do homicida [PS], o que obrigou à intervenção de forças de segurança», disse Nuno Godinho de Matos.

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Moçambique: Comunicação para pesquisa e investigação, universidades do mundo buscam consenso em Maputo

Comunicação para pesquisa e investigação: Universidades do mundo buscam consenso em Maputo

Representantes de mais de uma dezena de universidades de vários quadrantes do mundo, na sua maioria africanas e europeias, procuram desde ontem, em Maputo, formas de harmonizar o sistema de comunicação entre si, no domínio da pesquisa, investigação, inspecção e ensino de qualidade. Designada Conferência Final do Projecto AUDIS do Programa Edulink e com financiamento da União Europeia, a primeira conferência teve lugar no Senegal, em 2007, e a segunda no Zimbabwe, em 2008, tendo agora sido eleita a Universidade Eduardo Mondlane (UEM) como anfitriã do encontro, que tem por objectivos o fortalecimento das relações de cooperação, troca de experiência e discussão de vários assuntos para consolidar a união das instituições de Ensino superior africanas e europeias.

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Portugal: Faz hoje 10 anos que morreu “Amália Rodrigues”

Dez anos com Amália na voz

A 6 de Outubro passam 10 anos desde a morte de Amália Rodrigues. De menina pobre, a cantora nas ruas, a artista em ascensão nas casas de fado, a estrela de cinema, diva angustiada - Amália foi em vida e tem sido depois da morte um porto seguro e um mito para Portugal. Continua a ser a guardiã do fado, de um certo prestígio internacional da cultura portuguesa, e de uma forma de identidade: “todos nós temos Amália na voz”, podemos cantar com António Variações.

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17 anos depois dos AGP em Roma: Moçambique almejado pelo povo ainda está em edificação

17 anos depois dos AGP em Roma 
 
Moçambique almejado pelo povo ainda está em edificação
 
 
– considera o presidente da República, Armando Guebuza, acrescentando que não está preocupado com os ricos, mas sim, com os pobres. 
 
Maputo (Canalmoz) – Comemorou-se no último domingo o 17º aniversário dos Acordos Gerais de Paz (AGP) assinados em Roma, capital italiana, a 4 de Outubro de 1992. O acordo pôs termo à violenta Guerra Civil que opôs o então governo monopartidário da Frelimo e os guerrilheiros da Resistência Nacional de Moçambique (Renamo) liderados por Afonso Dhlakama.
O governo esteve concentrado na Praça dos Heróis, onde decorreu a habitual cerimónia de deposição de flores pelo presidente da República, Armando Guebuza. Já a Renamo, como sempre, não se fez presente às cerimónias oficiais centrais em Maputo. A Renamo exige o reconhecimento de outras personalidades como heróis nacionais. É o caso de André Matsangaissa, o fundador do Movimento da Resistência Nacional (MNR) que deu lugar ao Partido Renamo depois de conquistada a Paz.
Mas a Renamo, em Maputo não esteve de todo alheia à efeméride. Celebrou-a no Distrito Urbano 3, concretamente no Campo da Soveste. No local, foi promovida a final do torneio de futebol 11 denominado “Torneio Afonso Dlhakama”.

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Países da CPLP estão mais corruptos: Moçambique de mal a pior e Portugal não serve de exemplo

Países da CPLP estão mais corruptos 
 
Moçambique de mal a pior e Portugal não serve de exemplo 
 
No relatório da Transparência Internacional (TI), em que os países são avaliados por um conjunto de critérios que, somados vão de 0 (muito corrupto) a 10 (livre de corrupção), Portugal obteve 6,1 pontos, seguido por Macau (5,4), Cabo Verde (5,1), Brasil (3,5), São Tomé e Príncipe (2,7), Moçambique (2,6), Timor-Leste (2,2), Angola e Guiné-Bissau (ambos com 1,9). 
 
Maputo (Canalmoz) - Cabo Verde foi o único país da CPLP (Comunidade de Países de Língua e Expressão Portuguesa) que viu melhorada a sua classificação na lista dos países mais e menos corruptos, elaborada pela Transparência Internacional (TI). Moçambique está a ir de mal a pior. Do 111º passou para o 126º. Caiu 15 lugares facto que revela que o grau de sucesso no dito combate à corrupção não passa de uma falácia. O relatório, sem comentários, permite ainda que se avalie em que medida a PGR está a dar conta do recado. E Portugal, o país mãe da língua que dá suporte ao conjunto de países da CPLP, também não é bom exemplo.
No relatório anual referente a 2008, em que foram analisados 180 países, a seguir a Macau (passou de 34º para 43º) e a Cabo Verde (passou de 49º para 47º), Brasil, Moçambique, Timor-Leste, Guiné-Bissau e Angola desceram no “ranking”, que continua a ser liderado pela Dinamarca, Nova Zelândia e Suécia.
O Brasil desceu de 72º para 80º lugar, Moçambique do 111º para o 126º, São Tomé e Príncipe de 118º para 121º e Angola e Guiné-Bissau desceram ambos do 147º para o 158º.
No final da lista, a Somália é o país mais corrupto, seguido por Myanmar(Birmânia), Iraque, Haiti e Irão.
No relatório, em que os países são avaliados por um conjunto de critérios que, somados vão de 0 (muito corrupto) a 10 (livre de corrupção), Portugal obteve 6,1 pontos, seguido por Macau (5,4), Cabo Verde (5,1), Brasil (3,5), São Tomé e Príncipe (2,7), Moçambique (2,6), Timor-Leste (2,2), Angola e Guiné-Bissau (ambos com 1,9).
Dinamarca, Nova Zelândia e Suécia obtiveram 9,4 pontos, enquanto a Somália, última classificada, registou apenas 1 ponto.

(Redacção)
2009-10-06

MOÇAMBIQUE: BONGA EM MAPUTO, 26 DE SETEMBRO DE 2009

MOÇAMBIQUE: BONGA EM MAPUTO, 26 DE SETEMBRO DE 2009

@XicoNhoca

DIGITAIS - A ILHA DE CARLOS QUEIROZ EM MOÇAMBIQUE

DIGITAIS - A ILHA DE CARLOS QUEIROZ EM MOÇAMBIQUE

SEMANÁRIO  FOCUS, Nº 517, 9 a 15 DE SETEMBRO DE 2009

@XicoNhoca

Parlamento impede Ramos-Horta de sair em visita oficial sem esclarecer “caso Bere”

Díli, 08 Set (Lusa) - O Parlamento de Timor-Leste negou hoje autorização ao Chefe de Estado, Ramos-Horta, para se deslocar à Alemanha, Dinamarca e a Nova Iorque, enquanto não esclarecer o seu alegado envolvimento na libertação do ex-chefe de milícia Martenus Bere.

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CARTA ABERTA À SENHORA HILLARY CLINTON (Canal de Opinião: por um Grupo de Cidadãos Angolanos)

Canal de Opinião: por um Grupo de Cidadãos Angolanos 
 
CARTA ABERTA À SENHORA HILLARY CLINTON

 
Maputo (Canalmoz) - Excelência, Senhora Secretária de Estado. O nome de Angola tem-se destacado nos corredores diplomáticos internacionais e no mundo dos negócios, por causa de ter aumentado a sua capacidade de exportação de petróleo. Este facto esconde uma realidade política brutal, na qual campeiam a corrupção liderada por titulares de cargos públicos, má governação e violação reiterada de direitos humanos.
Angola e os Estados Unidos da América serão parceiros independentemente de quem estiver a exercer o poder político, desde que existam interesses de ambos os países. Angola continuará a produzir petróleo nas próximas três décadas e certamente que este facto cimentará as relações comerciais entre os nossos países.

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Os Simpsons chegam a Angola!

Os Simpsons chegam a Angola!

Para publicitar o início da transmissão da série norte-americana “Os Simpsons” pela primeira vez num canal angolano, a agência Executive Centre fez de Homer, Marge, Bart e Lisa uma típica família africana!

Foto Lusa

MOÇAMBIQUE - MAPUTO: FESTIVAL INTERNACIONAL DE ARTES “ENCONTRARTE 2009″

MOÇAMBIQUE - MAPUTO: FESTIVAL INTERNACIONAL DE ARTES “ENCONTRARTE 2009″

@XicoNhoca

“As nossas referências são muito pouco valorizadas” (Francisco Noa em entrevista ao “O País”)

“As nossas referências são muito pouco valorizadas”

Francisco Noa em entrevista ao “O País”

O intelectual moçambicano Francisco Noa diz que quando, hoje, se fala de combate à pobreza, fica muito apreensivo e pensa que é preciso enquadrar com profundidade e propriedade este combate inadiável e necessário

Qual é o lugar e o papel do conhecimento local quando se pensa no desenvolvimento?

Claramente, para mim, o conhecimento local é fundamental, não só para a existência individual mas também social das pessoas que fazem parte de um determinado território. Mas é ao mesmo tempo factor de desenvolvimento. Por que digo isso? Porque apesar de o conhecimento local, e com certa legitimidade, ser associado ao passado, às tradições, julgo que nos ajuda a assimilarmos melhor a modernidade e todas as implicações da modernização. É importante que tenhamos um conhecimento real do lugar onde nascemos, vivemos e, sobretudo, de todo o histórico das referências que vêm do passado, para melhor nos relacionarmos com essa mesma modernização. De modo a que não se criem ou se reduzam as grandes pertubações, frustrações e também angústias nas pes­soas que se vêem confrontadas com novas formas de existência.

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BEIRA: 102 ANOS COM RESPONSABILIDADES ACRESCIDAS (Canal de Opinião: por Noé Nhantumbo)

Canal de Opinião: por Noé Nhantumbo, BEIRA: 102 ANOS COM RESPONSABILIDADES ACRESCIDAS
 
É preciso recusar estrategicamente manipulação política…
 
 
Beira (Canalmoz) - Cada ano que se passa para um indivíduo humano mais se espera dele em termos de realizações e responsabilidades. Quando se é criança tudo nos é perdoado.
Mas uma cidade com 102 anos (a Beira fez ontem anos) deve em princípio saber pelo menos tomar conta de si.
E é nisto que se baseiam as responsabilidades acrescidas de que falamos como título desta crónica.
Celebrar com pompa e alegria, com cores e música o dia da cidade é importante. Celebrar lembrando que não há assim tantos motivos de celebrar se tomarmos em consideração o real estado da cidade do ponto de vista económico e social, já é diferente.
A Beira está estagnada economicamente, sua indústria desapareceu, seu porto caro está assoreado, seu aeroporto é pouco atractivo e caro, a construção civil praticamente parou fora algumas obras privadas, o número de desempregados disparou. Esta é a Beira real onde cegos e mendigos mostram o que realmente é o Governo Central e as entidades públicas quando a necessidade de apoio institucionalizado e digno se mostram necessários.
Esta é a Beira onde o fausto e o exibicionismo da sua elite insulta os olhos dos mendigos, dos poucos operários e do “mar” de desempregados.

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Pobres dos Nossos ricos (Canal de Opinião: por Mia Couto)

Canal de Opinião: por Mia Couto 
 
Pobres dos Nossos ricos

 
Maputo (CanalMoz) - A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos. Mas ricos sem riqueza. Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de endinheirados.
Rico é quem possui meios de produção. Rico é quem gera dinheiro e dá emprego.
Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro, ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.
A verdade é esta: são demasiado pobres os nossos “ricos”.
Aquilo que têm, não detêm. Pior: aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros.
É produto de roubo e de negociatas.
Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em tranquilidade de tudo quanto roubaram. Vivem na obsessão de poderem ser roubados.
Necessitavam de forças policiais à altura. Mas forças policiais à altura acabariam por lança-los a eles próprios na cadeia.
Necessitavam de uma ordem social em que houvesse poucas razões para a criminalidade. Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem (….)
(Mia Couto)

2009-08-21

Moçambique: Beira comemora hoje o 102º aniversário de elevação à categoria de cidade

Sem muita euforia: Beira celebra 102º aniversario

A cidade da Beira completa hoje o 102º aniversário da sua elevação àquela categoria numa altura em que a Assembleia Municipal acusa o respectivo edil, Daviz Simango, de aparentemente nada estar a fazer em beneficio dos citadinos presumivelmente devido às suas frequentes ausências. Aponta, entre outros, o estado actual considerado deplorável em que se encontram muitas estradas, principalmente de terra batida, a fraca remoção dos resíduos sólidos e a invasão dos informais às principais vias para o desenvolvimento do seu negócio como sendo o que mais apoquenta aos beirenses.

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Moçambique: Daviz Simango em primeiro lugar no sorteio para o boletim de voto

Conselho Constitucional ignora contestações dos excluídos 
 
Daviz Simango em primeiro lugar no sorteio para o boletim de voto
 
 
Conselho Constitucional prossegue normalmente com os preparativos do pleito de 28 de Outubro e já fez o sorteio da colocação dos candidatos às presidenciais, nos boletins de voto. Daviz Simango, Armando Guebuza e Afonso Dhlakama, é a sequência que vai constar no boletim. 

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Maputo: Peões e veículos disputam espaços nos passeios

Na Cidade de Maputo 
 
Peões e veículos disputam espaços nos passeios
 
Policia Municipal incapaz de conter a situação
 

Maputo (Canalmoz) - É um fenómeno, cada vez mais frequente e crescente nas artérias da cidade de Maputo. Os peões disputam o seu legítimo espaço de circulação com os automóveis. Os veículos já não só circulam na faixa de rodagem. Actualmente tomam conta dos passeios destinados a peões para estacionar e quando há engarrafamentos até galgam pelos passeios. Quem governa desde a Independência Nacional continua sem conseguir encontrar soluções para o caos que se instalou e se começarem a rebocar os carros estacionados em cimas dos passeios então aí será o fim, pois os reflexos vão repercutir-se nas empresas e instituições pois ninguém conseguirá ter sossego para poder trabalhar. Pura e simplesmente Maputo está a rebentar pelas costuras. Já não há espaço para tanto carro e tantos peões. Anda já tudo misturado por terreno alheio. Gente das ruas, carros nos passeios. Um caos.

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Moçambique: Raúl Domingos, líder do PDD, assume “morte” política

Raúl Domingos assume “morte” política

O líder do PDD diz o Conselho Constitucional é um instrumento político do partido no poder com vista à instalação de um regime autocrático, autoritário, propenso à idolatria e avesso à observância da Constituição e das leis.

O presidente do Partido para a Paz, Democra­cia e Desenvolvimento, Raúl Domingos, chamou ontem a imprensa para manifestar a sua profunda indignação e preocu­pação com o suposto risco de “ex­tinção” da democracia no país.

A preocupação do líder do “pangolim” surge na sequência do seu afastamento do leque dos candidatos à presidência da República, cujo sorteio dos três, que permanecem na disputa foi ontem realizado pelo Conselho Constitucional, deitando por ter­ra qualquer esperança de uma eventual repescagem dos outros cinco Yá-Qub Sibindy, Khalid Si­dat, José Viana, Leonardo Cum­be e Artur Jaquene.

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CABO VERDE - IMAGENS RECENTES DA “CIDADE VELHA”

CABO VERDE - IMAGENS RECENTES DA “CIDADE VELHA”

ELEITA PATRIMÓNIO MUNDIAL DA HUMANIDADE EM 2009

@XicoNhoca

MOÇAMBIQUE - IMAGENS RECENTES DA CIDADE DE MAPUTO

MOÇAMBIQUE - IMAGENS RECENTES DA CIDADE DE MAPUTO

@XicoNhoca

COMEMORAÇÃO DO “DIA DA MULHER AFRICANA”

COMEMORAÇÃO DO “DIA DA MULHER AFRICANA”

31 DE JULHO DE 2009

@XicoNhoca

MOÇAMBIQUE: DUGONGO (MAMÍFERO EM VIAS DE EXTINÇÃO)

MOÇAMBIQUE: DUGONGO

São considerados animais em vias de extinção e Moçambique é o único país da costa oriental de África com registos deste mamífero.
A última contagem indica que entre o rio Save e o distrito de Vilankulos foram avistados 230
.

@XicoNhoca

CPLP - II TORNEIO DE FUTEBOL INFANTIL 2009

CPLP - II TORNEIO DE FUTEBOL INFANTIL 2009

@XicoNhoca

Lisboa: Exposição de Arte Tribal Africana (José de Guimarães, 2009)

Lisboa: Exposição de Arte Tribal Africana (José de Guimarães, 2009)

José de Guimarães apresentou parte da sua colecção no Terreiro do Paço, com um “Diálogo Mestiço”.

Até 30 de Setembro de 2009, pode-se apreciar uma das mais completas colecções de arte tribal africana.

@XicoNhoca

Maputo: “Festival Encontrarte”, procurando novos horizontes de arte

ENCONTRARTE: Procurando novos horizontes de arte

O ENCONTRARTE, um festival internacional de artes, que se realiza desde segunda-feira na capital moçambicana, está a ser um momento de reflexão entre artistas moçambicanos de várias gerações e outros provenientes de diferentes partes do continente africano e do resto do mundo.

Com efeito, ontem o Centro Cultural Franco-Moçambicano acolheu um debate no qual estiveram presentes várias sensibilidades artísticas nacionais e estrangeiras que fizeram uma reflexão em torno dos actuais contornos das artes e a perspectiva futura.

“Residência de Criação; Fórum sobre criação e produção artística africana” foi o mote para uma conversa que se pretendia o mais informal possível, onde cada um podia, perfeitamente, tecer as suas opiniões e deixar os seus ensinamentos, de modo que tanto os que hoje estão presentes possam ter referência, como o que se regista é um legado para as gerações vindouras.

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Moçambique: Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) está a amortizar dívida da sua reversão

HCB está a amortizar dívida da sua reversão

A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), o maior empreendimento energético em Moçambique, continua a honrar os seus compromissos junto dos financiadores da sua reversão para o Estado moçambicano.
 
Segundo o Ministro da Energia, Salvador Namburete, a HCB tem estado a funcionar dentro da normalidade desde a sua reversão a favor do Estado moçambicano, o que se consubstancia no facto de estar a fornecer regularmente a energia eléctrica aos seus principais consumidores.

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Maputo - Prédio «Pott»: Imundície e vergonha no centro da baixa de Maputo

Prédio «Pott» 
 
Imundície e vergonha no centro da baixa de Maputo 
 
Cidadãos propõem que as autoridades municipais transformem o prédio Pott, hoje uma ruína, em casa de banho pública dado que várias pessoas já se socorrem do local para fazerem as suas necessidades fisiológicas, em pleno dia, tendo já transformando o local em mictório informal, embora sem condições. Propõem, inclusivamente que o Ministério das Obras Publicas e Habitação e o Conselho Municipal da Cidade de Maputo cuidem do local que desde que ardeu há muitos anos atrás, nunca mais o local teve atenção, nem de privados, nem do Estado

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Moçambique: Administrador acusado de práticas de escravidão, amantismo e criação de campos de reeducação

Província de Manica 
 
Administrador acusado de práticas de escravidão, amantismo e criação de campos de reeducação 
 
A denúncia foi feita na presença do chefe de Estado, Armando Emilio Guebuza, numa das suas “presidências abertas”, em que vê “a pobreza absoluta”, transportado em helicópteros 
 
Chimoio (CanalMoz) - O Administrador do distrito de Manica, na província com o mesmo nome, José Tufula, foi acusado pelos seus colegas da Administracao distrital de Manica, de usar práticas de escravatura, arrogância e falta de respeito para com os funcionários públicos nesta região do país. A denúncia foi feita durante um comício popular no decurso duma “presidência aberta”, que Armando Emilio Guebuza, a pretexto de contacto directo com as populações, vem efectuado por Moçambique, e que se revelam nefastas para as finanças de um País que se diz pobre, e cujo orçamento geral é dependente, em mais de 50 porcento, de ajuda externa, para além dos exorbitantes valores gastos fazerem falta a aplicações concretas onde há necessidades prementes.

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Guiné-Bissau: Malam Bacai Sanhá vence eleições presidenciais

Guiné-Bissau: Bacai Sanhá vence eleições presidenciais

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Maputo: A teia que o peixe faz na “Costa do Sol” (Anabela Massingue)

A TEIA QUE O PEIXE FAZ NA “COSTA DO SOL”

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Enquanto reclusos morrem asfixiados nos calabouços, Governo moçambicano não construiu cadeias em todo o quinquénio

Enquanto reclusos morrem asfixiados nos calabouços 
 
Governo não construiu cadeias em todo o quinquénio
 
 
Ao longo do mandato, gastou-se mais de 769.381.162.00MT na construção de residências de magistrados e procuradorias provinciais e distritais 
 
Maputo (Canalmoz) - O actual executivo de Moçambique, chefiado por Armando Guebuza, não construiu infra-estruturas prisionais durante todo o quinquénio prestes a findar. Vasculhámos todos os registos das realizações do executivo durante o quinquénio, e tudo quanto encontrámos são dados referentes à reabilitação e ampliação de algumas penitenciárias, o que, segundo documentos oficiais do Governo, terá permitido a “expansão da capacidade instalada para mais de 1.500 reclusos”.
O Balanço do Meio-Termo do Programa Quinquenal do Governo, referente ao mandato 2005-2009, enumera, na página 174, o que foi feito em termos de infra-estruturas e equipamento nos estabelecimentos prisionais, durante o quinquénio.
Foram “reabilitadas as Penitenciárias Agrícolas de Mabalane, Penitenciária de Manica, Penitenciária Industrial de Nampula e Centro Prisional de Matutuíne”, consta do documento citado, e mais nada!

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Moçambique: Erosão ameaça engolir Nacala-Porto

Erosão ameaça engolir Nacala

Há problemas sérios de degradação ambiental, com destaque para a erosão, na cidade de Nacala-Porto, uma situação causada, sobretudo, por alguns moradores que continuam a abrir machambas, fazer casas, lojas, armazéns e outras infra-estruturas, além de retirarem areia para a construção de habitações nas zonas protegidas daquela cidade. Embora as autoridades municipais estejam a fazer algum trabalho, visando a minimização do problema, Nacala-Porto é uma das zonas mais atingidas pelo fenómeno no país.  

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Combatentes da Fortuna (Azagaia)

Canal de Música: por Azagaia 
 
Combatentes da Fortuna 

Maputo (Canalmoz) – O jovem rapper moçambicano, Edson da Luz, de seu nome artístico Azagaia, continua a surpreender com a temática das suas músicas. Um crítico confesso do regime no poder em Moçambique, Azagaia já foi alvo de censura dos órgãos públicos de comunicação social. As suas músicas não tocam nas estações públicas, quer televisiva, como radiofónicas. No extremo da censura, foi chamado para depor em autos de perguntas e respostas na Procuradoria Geral da República, alegadamente por ter interpretado uma música que incitava à violência. Mas o jovem não pára. Agora trás um novo tema, cujo título é “Combatentes da Fortuna”. Pela sua originalidade, reproduzimo-lo aqui.

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GUINÉ-BISSAU / FORTALEZA DE CACHEU

GUINÉ-BISSAU / FORTALEZA DE CACHEU

PRIMEIRA FEITORIA ESTABELECIDA PELOS NAVEGADORES PORTUGUESES NO SÉCULO XV

@XicoNhoca

“Minha candidatura é por um Moçambique para todos” (Daviz Simango)

Daviz Simango já se inscreveu no CC 
 
“Minha candidatura é por um Moçambique para todos” 
 
– disse o presidente do MDM, momentos depois de apresentar sua candidatura à presidência da República, no Conselho Constitucional “Vamos priorizar a Habitação, Saúde, Educação, ajuda ao Antigos Combatentes, quer da Luta de Libertação Nacional, quer os da luta pela democracia”.  
 
Maputo (CanalMoz) – O presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Daviz Simango, oficializou, ontem, na sede do Conselho Constitucional (CC), a sua candidatura à presidência da República. Entre outros requisitos exigidos por lei, Daviz Simango entregou 17.210 assinaturas de cidadãos que suportam a sua candidatura. A margem mínima é de 10 mil assinaturas, e 20 mil, no máximo. No final do acto, disse aos jornalistas que massivamente acorreram para assistir ao acto de formalização da sua decisão, que se candidatava à Presidência da República por um Moçambique para todos.

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“Vivências Moçambicanas”: Crónicas que guardam história do nosso país (Fernando Couto)

Vivências Moçambicanas: Crónicas que guardam história do nosso país

Alguns filósofos defendem que a verdadeira história de um país tem maior credibilidade e consistência quando é escrita, sobretudo por um nacional que viveu a época ilustrada. Fernando Couto alinhou por este diapasão e trouxe “Vivências Moçambicanas”. Mais de trinta crónicas jornalísticas com um cunho literário que abordam uma realidade por ele testemunhada e vivida nas épocas colonial e pós-independência e que vai até 2004.

Fernando Couto diz que nunca teria lhe passado pela cabeça que num dia iria seleccionar as crónicas que ele ia escrevendo para os jornais nacionais e portugueses onde, durante muito tempo, trabalhou como colaborador, correspondente e/ou jornalista a tempo inteiro.

Mas por algumas razões, as suas crónicas teriam sido publicadas num blog, num passado recente. Muitos foram, no entanto, os que o encorajaram a traduzir aquelas crónicas jornalísticas numa obra literária. Ele não resistiu, obedeceu e escreveu o livro “Vivências Moçambicanas”. Hoje, Couto já se pode orgulhar por ter trazido um pedaço da nossa história em livro.

As acções da PIDE, a polícia de repreensão no tempo colonial, as censuras protagonizadas pelo regime de Salazar à Imprensa nacional, as histórias do polémico Grande Hotel da cidade da Beira, as belas lembranças que se podem buscar do Parque Nacional da Gorongosa são, entre várias, algumas realidades da história do povo moçambicano que podem ser vistas na obra “Vivências Moçambicanas”.

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Moçambique: Carta Aberta à ministra da Justiça (Adelino Timóteo)

Carta Aberta à ministra da Justiça 
 
por Adelino Timóteo
 
Beira (Canal de Moçambique) - Há pouco acompanhei uma entrevista da Senhora ministra com a STV. Fiquei reconfortado ao ouvir as pretensões do Ministério da Justiça, quanto às mudanças ao nível da administração da população prisional. Já era sem tempo.
Quanto ao propósito deste escrito: tem a ver com o futuro da Cadeia Central da Beira (CCB), já que o futuro da população prisional, estimada em 15 mil, a digníssima ministra já o definiu: actividades de geração de rendimentos.
Senhora ministra, uma das questões que mais apoquenta a Beira é a localização da CCB, que localmente até tem vários outros nomes: Hotel Central da Beira ou Casa dos Cárceres da Beira. A designação Hotel Central da Beira, como é óbvio, e o subscritor acredita que a ministra o deve saber, se me impondo lembrar, vem da própria localização – um larápio que comete crime algures nos subúrbios e arredores da Beira – ao fim de uns quantos dias de passagem pela PIC vê melhorado o seu “statuos quo”, passando a viver luxuosamente no centro da urbe. Para ele é, sem dúvida, o futuro melhor…

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