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DIGITAIS - MOÇAMBIQUE NO AUGE DO COLONIALISMO, 1930-1961

DIGITAIS - MOÇAMBIQUE NO AUGE DO COLONIALISMO, 1930-1961

HISTÓRIA DE MOÇAMBIQUE - VOLUME 3

DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE

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Sérgio Vieira prendeu Joaquim Chissano quando Samora Machel governava

Biografia de José Chicuarra Massinga na Internet 
 
Sérgio Vieira prendeu Joaquim Chissano quando Samora Machel governava 
 
Como consequência das maquinações de Vieira, Chissano foi levado para a Ilha da Xefina tendo aí sido interrogado por Lagos Lidimo, refere o autor da biografia de Massinga. Na cadeia de máxima de segurança, vulgo BO (Brigada de Operações), na Machava, reduto do SNASP (Serviço Nacional de Segurança Popular), Massinga foi “torturado, chamboqueado e electrocutado” por Sérgio Vieira, afirma também o autor da obra publicada na internet, Solomon Mondlane, moçambicano nascido em Chinonanquila, Província de Maputo 
 
Maputo (Canalmoz) - Encontra-se disponível na Internet um livro sobre a vida e obra do Dr. José Chicuarra Massinga, ex-funcionário do Ministério dos Negócios Estrangeiros que chegou a estar preso durante a era da ditadura em Moçambique. O livro é da autoria de Solomon Mondlane, moçambicano nascido em Chinonanquila, Província de Maputo.
O autor conta a vida de Massinga desde a sua infância na aldeia de Guma, Inhambane, como estudante nos Estados Unidos e na Europa, e, depois da independência, como quadro superior do ministério dos Negócios Estrangeiros tutelado então por Joaquim Chissano.

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Ilha de Moçambique: Escavações da discórdia!

Ilha de Moçambique: Escavações da discórdia!

Na Ilha de Moçambique, província de Nampula, os residentes e as autoridades camarárias estão divididos quanto ao fim ou não das escavações das praias. As respectivas escavações visam supostos objectos raros de navios naufragados das viagens europeias de descoberta do caminho para as Índias.

A nossa reportagem apurou, recentemente, que naquele local, os responsáveis municipais dizem que o problema foi já eliminado, enquanto os residentes não concordam, pois afirmam as escavações ainda continuam, particularmente na calada da noite.

Algumas pessoas entrevistadas são da opinião que, enquanto houver falta de meios alternativos de sobrevivência, as escavações das praias continuarão a constituir uma forma de ganhar a vida naquele naquela urbe municipal que é igualmente Património Cultural da Humanidade.

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Basil Davidson: Espião, resistente anti-fascista, repórter e historiador de África

Basil Davidson: Espião, resistente anti-fascista, repórter e historiador de África

Basil Risbridge Davidson não foi um santo, tipo o que evoca a figura do herói Ernesto Che Guevara. Não foi um Tarzan, deambulando pelas selvas de África, nem tão-pouco um missionário de uma estranha confissão religiosa que evangelizou o continente à expensa da sua terra, da sua cultura, sangue e riqueza.

Não foi um neo-colonialista, que em nome do FMI ou do Banco Mundial passava a prescrever receitas expiradas para todas as enfermidades africanas. Antes, Davidson foi um intelectual comprometido, que estudou e escreveu honestamente sobre África e os seus povos, sobre a sua história ancestral e contemporânea, sobre os seus ancestrais; sobre lideres africanos convictos tais como Samora Machel e criminosos como Mobutu Sesse Seko.

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As antigas vozes da rádio moçambicana estão aqui: Rádio Sempre

Rádio Sempre - um link a descobrir AQUI 

 

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Governo moçambicano anuncia descoberta de petróleo na Bacia do Rovuma

O governo prevê que novos furos sejam efectuados ainda este ano para melhor avaliação da jazida.

Maputo - A companhia norte-americana Anadarko Petroleum confirmou a presença de petróleo na Bacia do Rovuma, em Moçambique. De acordo com a ministra dos Recursos Minerais, Esperança Bias, a presença de petróleo associado ao gás naquela bacia foi detectada a uma profundidade de 5100 metros, sendo, igualmente, a primeira vez que se descobre petróleo “off shore” na África Oriental.

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João Maria Tudella, “Soldado português”

Não é das mais conhecidas canções dele, pelo menos das mais comerciais. Mas descobria-a há dias no ‘Cotonete’, um site de partilha de músicas.

Ouvir - clicar AQUI para ouvir ou download

O site GeneaAll comporta alguma informação adicional sobre as origens nobres de Tudela, ou antes, Tudella, com dois ‘ll’s, num tópico sobre os ‘morgados de Messejana’.

RE: Morgados de Messejana
(…)

XIII D. Celestina Moreira de Brito Bivar Velho da Costa. Nasceu a 2/12/1884, em Aljustrel, e foi baptizada a 8/4/1885, na igreja matriz de Aljustrel, tendo por padrinhos João Francisco de Sousa Pinção, casado, proprietário e D. Sofia Adelaide Moreira de Brito Velho da Costa, solteira, moradora na vila de Estremoz, por procuração a Joaquim António de Paula Inglez. Veio a falecer a 16/8/1962, na freguesia de Alcântara, em Lisboa.
Casou com o Eng.º Francisco Xavier de Oliveira Pegado, o qual veio a falecer a 28/11/1951, em S. Sebastião da Pedreira, Lisboa. Filha única: (XIV) D. Alzira d Oliveira Pegado, que segue abaixo.

XIV D. Alzira de Oliveira Pegado.
Casou com … Bastos Carreira
Filhos (pelo menos):
1(XV) João Maria de Oliveira Pegado Bastos Carreira, que segue abaixo.
2(XV) Rodrigo de Oliveira Pegado Bastos Carreira

XV João Maria de Oliveira Pegado Bastos Carreira. (distinto cantor que usou o nome artístico de João Maria Tudela).

Nasceu a 27/8/1929, em Lourenço Marques, Moçambique. Fez a quarta classe da instrução primária em Lourenço Marques, indo depois para a África do Sul, onde permaneceu até tirar a 7ª classe, no Ermelo Convent. Regressou a Lourenço Marques onde frequentou o Liceu Salazar, até que, em Julho de 1944, veio para Coimbra, onde se matriculou num Colégio. Foi jogador de basquetebol da AAC e membro da Tuna Académica da Universidade de Coimbra. Em 1949, num Sarau da Mocidade Portuguesa, efectuado no Teatro Manuel Rodrigues, em Lourenço Marques, tocou harmónica e em notícia inserta na “Guardian”, lia-se: “Por vezes, pareceu-nos estar a ouvir Harry James na sua trompete”.

Em 1950, os pais, pouco animados com os resultados escolares, fizeram-no regressar a Lourenço Marques onde, em Março desse ano se estreou no Rádio Clube de Moçambique, interpretando Fados de Coimbra, sob o pseudónimo de “João do Choupal”. Após o serviço militar empregou-se na Agência da Companhia de Seguros Império, onde se manteve 4 anos, transitando depois para a Shell, onde permaneceu 7 anos. A 14 de Abril de 1951, Amália Rodrigues escrevia: “João Maria - Tenho ouvido cantar o Fado de Coimbra, muitas vezes, e foi você o único que me deu emoção”. A 13 de Maio de 1959 alcançou o seu primeiro êxito como cançonetista, interpretando, no Rádio Clube de Moçambique, a canção “Kanimambo”, com música de Artur Fonseca e letra de Reinaldo Ferreira e Matos Sequeira,.

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UMA QUINHENTA EM MOÇAMBIQUE

Rebuscando na memória
Recordações da juventude
Vou dizer uma história
Que tem verdade e virtude.

É da famosa moedinha
Essa mesmo que estás a pensar!
Uma quinhenta pequenina
Que nos fartámos de usar!

Depois de sair da escola
‘Maningues’ scones se comprava
Ao ‘muleque’ da camisola.
Só uma quinhenta custava!

Quantas vezes, lado a lado,
Com os colegas se meava
Um pacote de milho torrado.
Só uma QUINHENTA custava!

Aquele açúcar em cone
Em palitos se seguravam.
Até dois pirolitos da Ivone
Só uma QUINHENTA custavam!

E quantos amigos, bendito!
De repente te rodeavam
Pra trincar no… teu pirolito
Nunca mais eles te largavam!

E aqueles cones de jornal
Que cada vez mais apertavam
Com amendoim celestial
Só uma QUINHENTA custavam!

Mas é favor não esquecer
Que o puto era manguela
E fazia questão de o vender
Com a respectiva ‘BACELA’!

Higiene e validade?
Só… M… como vitamina!
Que nos fez crescer sem vaidade
E a hoje chegar na linha!

Os bilhetes do machimbombo,
A circular pela cidade davam
Pra ir de lés a lés, sem s’trondo
Só uma QUINHENTA custavam!

Muitas vezes regressávamos
A pé, ou pendurados no dito
Divertidos e gozávamos
Com um cobrador esquisito!

E isto tudo, está claro
No pensamento vai perdurar.
Nesse tempo não era raro
Por uma QUINHENTA se poupar!

Mais tarde e mais cresciditos
Já sabidos, mas com muito amor
Ouvirmos alguns mufanitos
Dizer: Dá quinhenta por favor!

No tempo da nossa QUINHENTA
Não havia nada d’inflação.
Era apenas a mesma QUINHENTA
Aquela q´está no coração!

Já longínqua do começo
Há a memória sedenta
Só e apenas pelo preço…
Meus amigos, DUMA QUINHENTA …

Autor: Luis Pestana

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SONS DA RÁDIO PARALELO 27 - UMA RÁDIO PORTUGUESA QUE EMITIA DE JOHANNESBURGO, ÁFRICA DO SUL

Algumas canções,  oito aqui, de uma colectânea de 24 músicas que passavam regularmente na Rádio Paralelo 27 em meados / finais dos anos ‘70. Fazem parte de uma compilação de dois discos em vinyl, digitalizados depois em CD. Aqui, em mp3, estão com qualidade 320 kbps.

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O Hotel Girassol ontem e hoje

O Hotel Girassol ontem e hoje. Ver / download apresentação PowerPoint AQUI

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