Marinhas de Guerra de Moçambique, África do Sul e Zimbabwe iniciaram Quarta-feira, em Maputo, exercícios militares conjuntos com vista à troca de experiência e uma maior cooperação na área, entre os países membros da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).
Com efeito, os exercícios, que se prolongam até amanhã, são realizados ao abrigo das decisões tomadas nas últimas duas reuniões do Comité Marítimo Permanente da SADC (CMP) realizadas, em 2008 e 2009, em Angola e Zimbabwe, respectivamente. Na ocasião, os comandantes das marinhas de guerra da região decidiram pela realização de manobras militares multinacionais e cooperação entre estas corporações da SADC, de forma a manterem-se fortes relações diplomáticas e militares entre os países.
Também ficou decidido que tais exercícios deveriam ser feitos na altura da reunião anual do Comité Marítimo Permanente, como é o caso agora.
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O empresário moçambicano e Presidente da Confederação da Associações Económicas de Moçambique (CTA), Salimo Abdula, confirmou já à Rádio Moçambique o lançamento de uma nova instituição bancária em Moçambique, na qual ele será um dos accionistas, juntamente com o conhecido homem de negócios português, Américo Amorim.
Abdula, que não avançou detalhes sobre o assunto, prometeu novos desenvolvimentos sobre o assunto. Ele encontra-se fora do país de férias.
A agência Lusa noticia que o novo banco comercial em Moçambique será liderado pelo antigo presidente executivo do Millennium bim, João Figueiredo.
O principal promotor e accionista maioritário Américo Amorim, tem já projectos na área financeira em Portugal e em Angola, como um dos maiores accionistas do Banco BIC, e que é também accionista de relevo do espanhol Banco Popular.
Fonte: RM
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A China, segunda maior potência económica mundial, prevê investir em Moçambique nos próximos cinco anos 13 biliões de dólares em vários projectos nos sectores da indústria, turismo, mineração e energia.
Uma missão empresarial chinesa de visita ao país rubricou ontem, em Maputo, um memorando de entendimento com o Governo moçambicano, no qual se estabelece o desenvolvimento de vários projectos, o da construção de uma indústria de produção de automóveis já no próximo ano, bem como a criação de várias empresas e infra-estruturas como estradas e barragens.
Na mesma ocasião, as duas partes formalizaram o estabelecimento da ligação aérea directa imediata entre as cidades de Maputo e Xanghai para o ano. Os empresários chineses garantem que com esta ligação mais de um milhão de turistas chineses irá visitar Moçambique anualmente.
Um outro memorando de intenções foi rubricado entre a delegação chinesa e o Conselho Municipal de Maputo, para a construção de uma cidade moderna denominada “China Town”, no distrito municipal de Katembe. A edificação da referida cidade está dependente da construção da ponte que irá ligar Maputo e Katembe.
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Basil Davidson: Espião, resistente anti-fascista, repórter e historiador de África
Basil Risbridge Davidson não foi um santo, tipo o que evoca a figura do herói Ernesto Che Guevara. Não foi um Tarzan, deambulando pelas selvas de África, nem tão-pouco um missionário de uma estranha confissão religiosa que evangelizou o continente à expensa da sua terra, da sua cultura, sangue e riqueza.
Não foi um neo-colonialista, que em nome do FMI ou do Banco Mundial passava a prescrever receitas expiradas para todas as enfermidades africanas. Antes, Davidson foi um intelectual comprometido, que estudou e escreveu honestamente sobre África e os seus povos, sobre a sua história ancestral e contemporânea, sobre os seus ancestrais; sobre lideres africanos convictos tais como Samora Machel e criminosos como Mobutu Sesse Seko.
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O governo prevê que novos furos sejam efectuados ainda este ano para melhor avaliação da jazida.
Maputo - A companhia norte-americana Anadarko Petroleum confirmou a presença de petróleo na Bacia do Rovuma, em Moçambique. De acordo com a ministra dos Recursos Minerais, Esperança Bias, a presença de petróleo associado ao gás naquela bacia foi detectada a uma profundidade de 5100 metros, sendo, igualmente, a primeira vez que se descobre petróleo “off shore” na África Oriental.
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A aliança de Marcelo Caetano com os racistas sul-africanos e rodesianos para impedir as independências de Angola e Moçambique.
por Nicole Guardiola, revista África 21
No inicio de 1974, Portugal estava à beira de perder o controlo da guerra em Angola e Moçambique e preparava-se para transferir para a África do Sul a capacidade de dirigir e orientar o uso das forças militares para «erradicar o terrorismo da África Austral».
É o que se depreende da análise dos documentos oficiais recentemente descobertos e relativos a uma aliança secreta estabelecida em 1970 entre os Governos de Portugal, África do Sul e Rodésia. Aliança que ficou escondida de todos ou quase todos os que participaram na guerra, mas que projecta uma luz diferente – e assustadora – sobre os acontecimentos que antecederam a Revolução portuguesa de Abril de 1974, as independências de Moçambique e Angola, e sobre os conflitos que dilaceraram estes dois países até à queda do regime racista sul-africano.
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Existe um EXÉRCITO SECRETO EUROPEU, que também pode ser chamado de FORÇA SECRETA POLICIAL DE INTERVENÇÃO PARA O ESMAGAMENTO DE REVOLTAS NA EUROPA.
Já se encontra dentro da União Europeia, porém apenas muito poucos sabem disso.
A força possui os mais amplos direitos, tem de momento 3.000 homens e responde pelo nome de “EURO GENDFOR (EUROPEAN GENDARMERIE FORCE)”, ou seja, TROPA DE POLÍCIA EUROPEIA. O seu comando encontra-se em Vicenza, na Itália, longe do Centro da UE.
Quem deu vida a este projecto foi a Ministra da Defesa Francesa, Alliot-Marie, com o objectivo de mais facilmente esmagar levantamentos populares, como os que têm surgido frequentemente em cidades francesas.
Esta força, já existente, pode agora ser empregue por toda a União Europeia, anulando os direitos nacionais e as soberanias dos Estados Membros!
O Tratado de Velsen (Holanda), decidiu de forma inequívoca, que vai ser um CONSELHO DE GUERRA, que vai decidir sobre a sua actuação. Este conselho compõe-se dos Ministérios de Defesa e de Segurança dos países membros da UE, inclusivamente do país onde vai ser aplicado.
Aos olhos dos observadores trata-se de uma clara manifestação de um DIREITO DE OCUPAÇÃO DA EUROPA. Porque, desde que tenha sido decidido por unidades da EURO GENDFOR a ocupação de edifícios e regiões, ficam estas debaixo da sua alçada, já não podendo sequer ser visitadas pelos organismos oficiais do país a que territorialmente pertencem. De facto, existe assim um DIREITO DE OCUPAÇÃO EUROPEU. Porém, a situação pode vir a piorar ainda mais.
A EURO GENDFOR não possui apenas os direitos policiais, mas também a competência sobre os serviços secretos, e, pode, em estreita colaboração com forças militares, restabelecer a lei e a ordem nas zonas consideradas convenientes. Em caso de necessidade, deve esta tropa possuir todos os direitos e acessos a todos os meios considerados necessários, para executar o respectivo mandato.
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Afirma Rafael Marques, para quem muitos investimentos portugueses em Angola estão reféns da “vontade política de quem está no poder num regime déspota”. A actuação da maioria das empresas portuguesas que operam em Angola vai no sentido de garantir o status quo, “esse esquema de corrupção e libertinagem à volta dos bens públicos angolanos”, denunciou o jornalista angolano e ativista cívico Rafael Marques.
por: Redacção NL (Notícias Lusófonas), com Simon Kamm da Agência Lusa
Em entrevista à agência Lusa a propósito do seu relatório “Presidência da República: O Epicentro de Corrupção em Angola”, disponível online a partir de hoje na página da Iniciativa Anti-Corrupção Maka Angola, Rafael Marques criticou que as empresas internacionais que operam no país “continuem a contribuir para que a corrupção seja a principal instituição de Governo”.
Segundo Rafael Marques, “quase todas as empresas portuguesas, para se estabelecerem no mercado angolano, arranjam sempre como sócio um ministro, a família presidencial ou um general, o que configura situações de tráfico de influências, de corrupção activa de dirigentes e outros actos ilícitos”.
Estes negócios “só beneficiam uns poucos que concentram as riquezas de Angola e que, para garantirem o seu poder, criam uma clientela internacional bastante volumosa e dispendiosa para garantir a legitimidade dos seus actos”, frisou.
“Isto não contribui para o desenvolvimento, é uma forma anormal de reforçar o poder político e económico de uma elite predadora, em detrimento de todo um povo”, denuncia no documento.
Rafael Marques considera que a actuação das empresas portuguesas “não pode dar bons resultados” e que “é uma questão de mais 10 ou 20 anos”, porque “não há um investimento a longo prazo, um investimento político”, precisou.
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Mais de 1500 soldados das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) e do Exército dos Estados Unidos da América iniciaram ontem, no distrito de Moamba, na província do Maputo, exercícios militares conjuntos denominados Shared Accord 2010.
As manobras militares, que decorrerão até ao próximo dia 13 de Agosto,consistem em diversos treinos, incluindo o posto de comando, treino ‘live fire’ e operações para o apoio à paz, com destaque para operações de estabilização, bem como a troca de experiências.
Uma fonte explicou que todos os movimentos de pessoas e equipamentos foram planificados com muita deliberação, em coordenação próxima com as FADM, para minimizar qualquer interrupção do decurso normal do quotidiano dos cidadãos em Maputo ou na província.
Disse igualmente que estes exercícios vão ajudar no desenvolvimento das capacidades de Moçambique para oferecer mais segurança nacional e regional, e combate a pesca ilegal, tráfico de narcóticos e de pessoas, pirataria, entre outras actividades ilicitas.
O Governo norte-americano já investiu quase 10 milhões de dólares na capacitação militar e equipamento para as FADM ao longo dos últimos anos, e as presentes manobras militares fazem parte duma parceria sólida, multifacetada, a longo prazo, entre os exércitos dos dois paises.
Não é a primeira vez que soldados mocambicanos participam neste tipo de exercícios militares conjuntos. Em Fevereiro de 2009, tropas das FADM estiveram integradas em exercícios militares conjuntos da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), denominados ‘Golfinho Fase I – Mapex’, na província angolana do Bengo, manobras que tinham como objectivo preparar a Brigada Especial da SADC para operações de manutenção da paz, no âmbito da forca de alerta da União Africana.
Em Agosto do mesmo ano, as FADM participaram , em Boane, província do Maputo, em manobras militares da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) denominadas FELINO 2009…
fonte: Rádio Moçambique
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