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“Portugueses perguntam-se todos os dias para onde estão a conduzir o País”

Cavaco Silva alertou para persistência de situações de desigualdade

“Portugueses perguntam-se todos os dias para onde estão a conduzir o País”

Na sessão solene comemorativa dos 36 anos do 25 de Abril, o Presidente da República falou das desigualdades sociais que ainda persistem contrapostas com “casos de riqueza imerecida que nos chocam”, numa referência à recente polémica com os rendimentos dos altos dirigentes de empresas. Em jeito de crítica ao actual Executivo, Cavaco Silva referiu ainda que “os portugueses perguntam-se todos os dias para onde é que estão a conduzir o País”.

“Portugal vive uma grave crise, que é de todos conhecida”, reconheceu o Chefe de Estado, lançando o desafio para que Portugal aproveite os recursos naturais que possui e as indústrias criativas.

O Presidente alertou ainda para a emigração de jovens, referindo que estes são “um potencial que o País não pode desperdiçar.”

“Sem ilusões nem falsas utopias, devemos acreditar porque temos razão para isso”, enfatizou Cavaco, exortando os portugueses a acreditarem em si próprios.

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25 de Abril de 1974: O processo da traição (Por Amorim de Carvalho)

O processo da traição

Por Amorim de Carvalho (in O Fim Histórico de Portugal, Ed. Prometeu)

Os comunistas e os socialistas portugueses falam dos 229 dias para abater o fascismo em Portugal, desde 9 de Setem­bro de 1973 até ao golpe de estado militar de 25 de Abril de 1974; isto é, desde o dia em que 136 capitães, tenentes e alferes, transportando-se burguesmente nos seus carros e em carros dos seus camaradas, se reuniram secretamente num palheiro de uma rica propriedade rural do Alentejo, pertencente à família de um deles, para falarem das suas reivindicações profissionais, até ao dia em que eles fizeram o golpe de estado. A História falará dos 229 dias da incubação da traição.
O golpe de estado de 25 de Abril, a que se chamou o «movimento dos capitães» e finalmente «Movimento das Forças Armadas» («M.F.A.»), começou por um descontentamento de tipo mercenário que abriu brechas na disciplina militar e que, a um certo momento, dada a extensão da indisciplina, procurou revestir-se de uma explicação política conferindo-lhe, aos olhos da nação, uma aparência de honestidade e de significação nacional.

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Portugueses, esse povo de cobardes

 

Portugueses, esse povo de cobardes

Há alguns dias atrás, Ramiro Rivera, um dos médicos do ditador espanhol Francisco Franco, numa entrevista em que se falava do actual monarca daquele país, afirmou que em 1975 praticamente no leito de morte, Franco foi questionado sobre a situação política em Portugal e sobre o possível desenlace violento no país.

Segundo as palavras do entrevistado veiculadas pelo Diário de Notícias, o ditador nazi espanhol, terá afirmado que nada aconteceria em Portugal, explicando ainda como justificação, que os portugueses eram muito cobardes.

A afirmação passou quase despercebida em Portugal, onde a comunicação social em grande parte controlada indirectamente pelos arautos do iberismo ou directamente pelos próprios espanhóis (caso da estação de televisão TVI) efectua uma auto censura activa sobre todos os assuntos que podem riscar a imagem impoluta de grande pátria democrática hispana que nos querem impor.

As palavras do líder incontestado da Espanha durante décadas não podiam no entanto ser mais claras.

Franco, que afirmava em público durante os anos 40 e 50 que Portugal e Espanha eram irmãos siameses, afinal achava em privado que esse mesmo país, não passava de um país de cobardes.

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Costa Martins: 25 de Novembro e outras mentiras

in Pravda.ru 

(relembre-se que o Coronel Costa Martins faleceu há dias no Alentejo num desastre aéreo) 

“Não sou democrata de 26 de Abril, fui sempre democrata, no antigamente sofri as consequências e curiosamente vim a sofrer consequências ainda mais dolorosas depois do 25 de Abril, mais particularmente a partir do 25 de Novembro.

Até ao 25 de Novembro não tive razões de queixa, viveram-se momentos importantes de liberdade, houve vários excessos com alguns símbolos negativos com os quais eu não estava de acordo, e parece-me que foram alguns desses excessos que ajudaram a desembocar no 25 de Novembro, onde, estou convencido, que a esmagadora maioria dos próprios intervenientes de Novembro e ganhadores a seguir, entraram nele sem terem consciência daquilo em que estavam a participar. Foram enganados, muitos deles têm lamentado junto de mim, e infelizmente o país foi conduzido à situação em que nos encontramos.”

“Estamos numa situação muito difícil, complicada e de difícil saída… não acredito nessas recuperações maravilhosas da economia do país, anunciadas por alguns… nós cá estaremos para ver”.
- O que deu origem ao 25 de Novembro de 75 e o que se passou com o anunciado desaparecimento da verba do dia de trabalho oferecido pelos trabalhadores ao país, já que nessa altura o senhor era ministro do Trabalho?

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Portugal pode financiar ponte Maputo/Catembe

Portugal pode financiar ponte Maputo/Catembe

O Governo português, em parceria com o moçambicano, poderá financiar as obras de construção da ponte que liga a cidade de Maputo ao distrito municipal da Catembe, a estrada que liga Maputo a Ponta d`Ouro, bem como a Vila Olímpica que acomodará os atletas que vão participar nos X Jogos Africanos de 2011, em Maputo.

O anúncio foi feito recentemente pelo Primeiro-Ministro português, José Sócrates, no quadro de uma visita oficial que efectuou a Moçambique. José Sócrates revelou também o interesse do seu país em financiar outros projectos como a construção da central norte na Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), localizada na vila de Songo, província de Tete, a expansão da rede nacional de distribuição de energia eléctrica. Portugal propôs-se igualmente a financiar a construção de pequenas centrais eléctricas hídricas e solares, com base nos protocolos e acordos assinados entre os dois governos.

Maputo, Segunda-Feira, 8 de Março de 2010:: Notícias

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Não admira que num país assim… (Clara Ferreira Alves)

Canal de Opinião: por Clara Ferreira Alves, in “Expresso” 
 
Não admira que num país assim… 
 
Lisboa (Canalmoz) - Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram (Olá! camarada Sócrates…Olá! Armando Vara…), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a “prostituir-se” (Olá! Batista Bastos… ainda és comunista?!) na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.

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MARINHO PINTO: A JUSTIÇA NACIONAL TINHA MUITO MAIS QUALIDADE ANTES DO 25 DE ABRIL

DIGITAIS - MARINHO PINTO: A JUSTIÇA NACIONAL TINHA MUITO MAIS QUALIDADE ANTES DO 25 DE ABRIL

@XicoNhoca

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DIGITAIS - BELMIRO DE AZEVEDO: A VIDA, A POLÍTICA E OS NEGÓCIOS

DIGITAIS - BELMIRO DE AZEVEDO: A VIDA, A POLÍTICA E OS NEGÓCIOS

Revista Visão, Nº 882, 28 de Janeiro a 3 de Fevereiro de 2010

@XicoNhoca

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DIGITAIS - POLÍTICA: SEGREDOS DE UMA SECRETÁRIA DE MINISTROS

DIGITAIS - POLÍTICA: SEGREDOS DE UMA SECRETÁRIA DE MINISTROS

Revista Pública, 29 de Novembro de 2009

@XicoNhoca

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DIGITAIS - AS NOVE FIGURAS QUE MUDARAM A HISTÓRIA DE PORTUGAL

DIGITAIS - AS NOVE FIGURAS QUE MUDARAM A HISTÓRIA DE PORTUGAL

@XicoNhoca

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